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Como aprendi com minha doença a superá-la.

Editor do Portal 25 de novembro de 2011 Blog, Depoimentos 80 comments
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Meu nome é Wilson, tenho 39 anos, sou casado há cinco anos e sou portador de esquizofrenia.

Nasci dia 04/11/1971 no Rio de Janeiro. Meu pai era funcionário público federal do antigo DNER e minha mãe, doméstica. Morávamos no bairro de Brás de Pina e por alguns desentendimentos dos meus pais com minha avó paterna e minha tia, devido a conflitos religiosos, fomos morar em São João de Meriti, na baixada fluminense. Isso aconteceu por volta de 1975, quando eu estava com 3 anos de idade. Meu pai percebeu minha aptidão com a leitura e ainda com 3 anos aprendi a ler minhas primeiras palavras e com 4 anos já sabia ler e escrever, pois fui alfabetizado por uma professora que dava aulas para crianças. Ela também percebeu a minha aptidão com os números. Aos 6 anos meu pai viu a necessidade de me matricular em uma escola. Após alguns testes de matemática, português e outras matérias decidiram que eu estava apto para começar na segunda série do 1º grau do Instituto de Educação Líbia Garcia.

Minha infância foi maravilhosa. Tive muitos amigos na escola e nas ruas próximas da minha casa. As ruas não eram asfaltadas e eu aprendi a jogar futebol de pés descalços, brincava de bolinhas de gude, queimado, pique bandeira, polícia e ladrão, etc. Por incrível que pareça, o meu primeiro beijo na boca foi dado pela minha vizinha Simone quando eu tinha 7 anos. Os dois irmãos dela me imobilizaram e ela me beijou.

Na escola, apesar de eu ser o mais novo da classe, eu sempre era o melhor aluno. Em 1983, na sétima série, por motivos financeiros, mudei para a escola Independência, em Rocha Miranda. Nessa escola minha mãe conseguiu uma bolsa. No 2° grau escolhi o curso de técnico em química e fui para o Centro Educacional Fluminense, no centro de São João de Meriti, onde estudei no horário noturno com um de meus amigos chamado Silvio. Eu era muito tímido e romântico e o Silvio era um conquistador de mulheres.

Em 1991, o meu amigo Silvio entrou para trabalhar em uma farmácia de manipulação e acabou levando-me para trabalhar com ele como técnico químico. Fiquei três meses, e lembro-me que nessa época eu arrumei a minha primeira namorada, a Glorinha. Ela morava próximo à minha casa, só que existia uma diferença de dez anos entre nós. Eu tinha 18 anos e ela 28. Eu a escolhi para namorar porque ela era diferente. A minha turma de amigos tentava me influenciar para que eu tivesse minha primeira relação sexual com ela, mas eu era um cara romântico e queria ter algo a mais com a pessoa que eu amasse de verdade, e eu não a amava. Fiquei quatro meses namorando e depois terminei.

Resolvi fazer um concurso para supervisor do IBGE e acabei passando. Foi um contrato de seis meses e eu não fui efetivado, porque o presidente Fernando Collor de Melo estava colocando funcionários públicos em disponibilidade e não estava efetivando. O meu amigo Silvio entrou em uma empresa multinacional e me indicou. Eu fiz uma prova e logo depois passei na entrevista. Comecei a trabalhar em fevereiro de 1992 como analista de laboratório, no controle de qualidade da empresa. Passei para o turno da noite e fiquei trabalhando de 18 ás 6h. Doze horas de trabalho todo dia e uma folga na semana.

Eu chegava a ganhar dez salários mínimos na época. Meu pai morava em casa alugada e eu o ajudei a comprar a casa onde morávamos. Ampliamos a casa e todo mundo esperava que eu, com o tempo, casasse, tivesse filhos, crescesse na empresa. Só que aí veio o que ninguém esperava. Em março de 1995 eu tive o meu primeiro surto, durante a jornada de trabalho. Na hora da saída (6h da manhã) eu fui para casa a pé, andei 25 km, trajeto que normalmente fazia com dois ônibus. Cheguei em casa e meus pais notaram que eu estava diferente. Comecei a falar sozinho, coisas sem sentido. Meus pais telefonaram para meus colegas de trabalho pedindo ajuda. Chamaram uma ambulância e me internaram.

Na clínica recebi o diagnóstico esquizofrenia paranóide de cunho místico. Tive muitas alucinações visuais e táteis. Fiquei internado dez dias e quando saí tive que tomar Haldol e Fenergan todos os dias. Meus pais e minhas irmãs sofreram muito e não sabiam como lidar com tudo que estava acontecendo. Às vezes escutava minha mãe chorando e via meu pai olhando para o céu com o olhar fixo como que pedindo ajuda divina.

Voltei a trabalhar um mês depois, mas, por causa das medicações, estava lento e com baixa auto-estima. Consegui trabalhar sem cometer erros, porém ainda sofria com as alucinações, distorções e tinha que fazer a maior força para que ninguém notasse. Quando eu dormia, tinha pesadelos horrendos, geralmente com monstros ou com seringas e agulhas me furando. Todo mês eu ia à clínica para dar prosseguimento ao tratamento ambulatorial com uma psiquiatra.

Um ano depois, em fevereiro de 1996, tive outro surto e voltei a ficar internado. Dessa vez fiquei 13 dias (porque o plano de saúde não permitiu que ficasse mais). Fiquei um mês afastado do trabalho, porém, quando voltei, o INSS não permitiu que eu trabalhasse mais. Fiquei em casa recebendo meu salário e fazia a perícia a cada três meses. A empresa cortou meu plano de saúde, alegando que eu era um funcionário que “pesava” e já não tinha utilidade.

Tive que pagar um plano de saúde com o salário que recebia para continuar o tratamento. Em outubro de 1997 o INSS me deu alta. Eu fui até a empresa para voltar a trabalhar e eles simplesmente me demitiram, alegando que eu não estava apto para exercer o meu cargo. Como é que eu poderia receber alta de uma doença que não tem cura (era o que eu pensava)? Antes da doença eu pesava 72Kg, quando eu fui demitido estava pesando 98Kg. Meu metabolismo não era mais o mesmo por causa dos remédios. Eu estava sem emprego, gordo e sem perspectiva nenhuma de viver!

Continuava com as alucinações e agora estava com problemas para dormir. Comecei a tomar Rohypnol e só conseguia dormir 3 horas por dia. Resolvi pagar carnês de autonomia para depois de dois anos conseguir o auxílio doença, recebendo um salário mínimo. Só que uma pessoa me informou que segundo uma lei assinada em 1995 eu teria direito a receber sobre a média das horas que eu trabalhei na empresa multinacional. Como eu trabalhava 12 horas por noite, eu teria direito a receber mais do que eu imaginava. Paguei 2 anos os carnês de autonomia. Depois fui à empresa que trabalhei e eles me deram um relatório com a média de todas as horas trabalhada. Passei a receber quatro salários mínimos por mês do INSS.

Nessa época fazia tratamento ambulatorial em um posto em São João de Meriti que fazia parte do SUS. Em 2004 entrei para uma Igreja Batista séria e nesse mesmo mês fui a um médico que trocou os meus remédios. Parei de tomar Haldol, Akineton e Rohypnol e comecei a tomar Melleril e Rivotril. Aconteceu uma virada na minha vida. Passei a dormir mais de 8 horas toda noite e minhas alucinações diminuíram. Eu comecei a fazer novos amigos, fui me socializando cada vez mais. Quanto mais amigos eu fazia era como se a doença fosse “se diluindo”. Eu comecei a frequentar a escola dominical, depois de 1 ano me tornei professor de uma classe.

Em 2005, durante um passeio em um sítio, eu conheci a Tânia, que também era membro da igreja. Começamos a namorar sério, do jeito que eu sempre quis, porém eu falei para ela sobre a minha doença no nosso primeiro encontro. Falei para ela que só casaria se me aposentasse, pois o auxílio doença não me dava segurança alguma. Fui aposentado em setembro de 2005 (um mês depois que começamos a namorar) e nos casamos em 2006.

Ninguém notava mais que eu tinha esquizofrenia, fazia 10 anos que fui internado pela última vez. Em 2008 eu comecei o curso de Teologia no Seminário Batista do Sul do Brasil (único curso de Teologia reconhecido pelo MEC), no bairro da Tijuca. Eu pesava agora 75Kg, comecei a reduzir o remédio por minha conta, pois notei que os efeitos colaterais eram aumento de peso e perda da libido. Por favor, não façam isso que eu fiz! Diminuir o remédio sem orientação médica não é a solução.

Tive compaixão da minha avó, pois ela estava bastante velha e tinha um impasse entre quem cuidaria dela: minha tia (com quem ela ficava) e os meus pais, que não queriam ficar com ela devido à incompatibilidade de religiões. Eu, que já estava diminuindo os remédios, assumi a responsabilidade de ficar com ela, pois minha esposa é técnica de enfermagem e eu achei que poderia ajudar. Deixei a faculdade para cuidar dela. Depois de um mês de muito estresse, eu surtei e minha esposa teve, pela primeira vez, a experiência de um surto psicótico. Eu não fiquei violento fisicamente, mas agredia verbalmente. Ela se assustou e foi para casa da mãe.

Eu ficava internado esporadicamente no PAM, um posto de saúde em São João de Meriti que não tinha psiquiatra. A SAMU me levava da minha casa para esse posto, lá eles me amarravam, davam injeções e no dia seguinte me liberavam. Isso aconteceu umas quatro vezes no período de quatro meses. Aí meu pai resolveu pagar um plano de saúde para que eu pudesse ter um atendimento em uma clínica melhor.

Em outubro de 2008 eu telefonei para minha esposa e prometi que ia me tratar de forma correta e pedi que ela me internasse. Ela e uma amiga me levaram para uma clínica onde fiquei dez dias. Depois que saí da internação fui morar com minha esposa próximo à casa da mãe dela. Tinha consulta médica todo mês. Expliquei à minha psiquiatra que diminuira o remédio porque ele me deixava gordo e sem libido. Ela falou que mudaria o remédio até encontrar um que pudesse atender às minhas expectativas.

Primeiro ela tentou a Risperidona. Não deu certo! Aí ela receitou a quetiapina 100mg e me ensinou como conseguir o remédio pela Secretaria de Saúde do Estado. Esta dosagem de quetiapina era muito baixa, por isso acabei saindo de casa e fiquei dois dias vagando pelas ruas do centro do Rio. Distribuí R$800,00 para os mendigos! Nesse período minha família ficou desesperada, acharam que eu estava desaparecido e tentaram me encontrar de todas as maneiras. No terceiro dia, depois que saí de casa, tive a idéia de entrar no rio Maracanã. Os bombeiros me resgataram. Pedi a eles que me levassem para o Hospital Philippe Pinel. Depois fui transferido para uma clínica privada, onde fiquei por 10 dias. Minha médica aumentou a quetiapina para 600mg e acrescentou 2mg de Rivotril.

A partir daí minha vida ficou do jeito que eu sempre quis. Tomo meus remédios e eles não causam os efeitos colaterais que os outros causavam. Minha psiquiatra me aconselhou a fazer terapia uma vez por semana, ter uma atividade intelectual (eu escolhi fazer um curso de inglês) e não parar com os remédios.

Desde julho de 2010 que eu não tenho alucinações, estou com meu corpo em forma e posso fazer tudo o que uma pessoa normal faz, sabendo dos meus limites: eu observei que todas as vezes em que surtei o fator principal foi o estresse. Estou feliz, centrado e vou todo mês ao Hospital Philippe Pinel (que faz parte do SUS) para minha consulta. Todo mês pego sete caixas de fumarato de quetiapina 100mg gratuitamente em um posto de Duque de Caxias, na baixada fluminense.

Antes da doença eu era um rapaz tímido e medroso. Depois de passar por toda essa experiência, eu me tornei mais forte, corajoso e maduro. A cada inspiração e expiração nós aprendemos alguma coisa nova. A vida é uma professora muito perspicaz. Tem uma citação do filósofo Friedrich Nietzsche que resume a minha vida: “Aquilo que não me mata, me torna mais forte”.

Saudações a todos!

80 comments

Jeanne - 1 de junho de 2013

Querido Wilson,

Parabéns, você é um vencedor. Que Deus te abençoe. Um dia a cura chegará. Mas faz parte dela aceitarmos as coisas como elas são. Você já compreendeu isso.

flavio - 4 de junho de 2013

Caro colega tanbem estou passando pela mesma cituacao que vc passau mas agora lendo tudo isto que vc conpartilhou me da mais for¢as para continuar meu tratamento obrigado colega que Deus te aben¢oe .

Douglas Willian Borba de Avila - 16 de junho de 2013

Gostei muito da sua historia eu tambem passei por muitas dificuldades meus surtos foram 2 no total mais
melhorei tomo hj em dia orap mais estou pensando em mudar o medicamento ruim que meus sutus era sempre relacionado com algo sexual nao entendia o por que
mais faiz 3 anos que tenho isso e estou fikando melhor so sem vontade de fazer nada to sem expectativ de vida parou os delirios e tal mais estou presisando de ajuda pra fazer tarefas cotidianas
estou com 22 anos agora faiz 3 anos que tenho isso
e muito complicado tomara que agente encontre uma cura brigado por ler abraços

FRAN - 11 de julho de 2013

OI EU SOU ESQUIZOFRENICA TAMBÉM MAS TENHO QUE PERGUNTAR PRO MEU PSIQUIATRA QUE TIPO É, QUANDO EU SURTEI EU FUGI DE CASA FALAVA QUE ERA JESUS CRISTO QUE ERA FILHA DE DEUS IA TRABALHAR A PÊ DESMAIAVA TAMBÉM ATE AGORA SÓ TIVE UM SURTO ESPERO QUE EU NUNCA MAIS SURTE TENHO MEDO DE FICAR LOUCA DE NOVO.

Regina Helena Marcelino - 24 de agosto de 2013

Olá,Wilson!
Minha mãe tem esquizofrenia,os surtos começaram em 1994,porém só diagnosticado em 1999,pois a família(nós) não sabíamos o que estava acontecendo,como primeiro surto foi dentro da igreja católica,frequentada por ela durante muitos anos,acreditávamos que seria problemas espirituais,então,EU por ser a mais velha e sempre procurando resolver os problemas da casa,comecei “correr” todas as igreja e religiões conhecidas e desconhecidas(lembrnado que no decorrer destes anos foram surtos e mais surtos,acompanhados de fugas,alucinações,um dos momentos mais dolorosos foi quando precisamos amarra-lá na cadeira para não fugir de casa,pois ela dizia que: os bichos,a Lua ,o Sol,os fogos,estavam mandando ela ir p/ rua curar as pessoas..) o objetivo era curar minha mãe,mais os anos e os surtos persistiram,na última crise ela já estava fora de casa há 2 dias(sem banho,comida,pesando uns 35kg…) e nossa família desprovida financeiramente,então fiz uma reunião com tds(irmãos,pai,cunhada,esta última me ajudou muito) e decidimos pela internação.Foi quando recebemos o telefonema nos avisando o local que ela estava,recebeu acolhimento dos evangélicos da igreja Batista,fomos buscar ,e no decorrer do dia fiz todos os tramites para internação.Ela foi internada no hospital Santa Cecília em Nova Iguaçu(hoje fechado por determinação judicial).Ela ficou internada 1 mês e 15 dias(foram os piores dias p/ mim,pois precisava ser forte na hr das visitas ,sempre tentando convence-la que a internação e o tratamento dado seria o melhor p/ tds nós),contudo ao final da visita toda 5f e domingo eu saia em prantos do hospital..já estou chorando…Hoje ela faz acompanhamento(mensal ou bimestral) no posto de saúde Neuzinha Brizola em Belford Roxo.Não estou satisfeita pois achava que ela deveria encaminhar para fazer algum tipo de terapia ocupacional.A Drª Tula, acha que não tem necessidade,mas eu sei que tem.Minha mãe era uma pessoa muito,agitada ,independente,infelizmente hj ela precisa de ter alguém para incetiva-la.Já fiz a carteirinha do SESC p/ q/ ela possa frequentar as atividades desenvolvidas para o grupo da Melhor Idade,orientei-a participar de oficinas no CRAS(perto de casa), grupo de convivência no Centro de Atendimento ao Idoso(não vai a lugar algum sozinha), é neste momento que me sinto impotente financeiramente.Deveria contratar uma acompanhante para leva-lá a nos espaços de atividades.,contudo eu e minha irmã ,ainda não possuímos condições financeiras para contratar este profissional.Nem pretendia desabafar quando li sua história de vida,contudo vocêé a 1ª pessoa que encontro eme identifico.Que DEUS nos abençoe e nos dê força e sabedoria.Um abraço!

Maria das Graças - 26 de outubro de 2013

Eu também sou portadora de esquizofrenia paranóide. Gostaria de retornar a tomar o fumarato queatiapina, estou tentando convencer os meus pais, pois ficaram um pouco traumatizados. Pois, tomei o de 200 mg e não cortou o meu surto psicótico (delirante). Mas eu acrdito que a dosagem foi baixa. Os outros medicamentos engordam, dão muito sono e a pessoa fica com o racíocínio lento. O seu depoimento me dá força em tentar novamente. Abraços

Maria Santos - 4 de novembro de 2013

Bom dia preciso muito da vossa ajuda ,meu filho sofre de esquisofrenia paranóide foi descoberto desde 2010 ele estava muito bem até até ir morar e trabalhar em Londres em menos de um mês começou os surtos eu fui até lá busca-lo mas ele não quiz ajuda e fugiu .Já acionei a policia como pessoa desaparecida e até agora nada .Ajudem me por favor preciso encontra-lo ele precisa de tratamento .Ele desapareceu no dia 31 710/2013 por volta das 21 e 30 em Londres na zona 3 porta 28 Crystal Palace ele ta com uma mochila verde com vários livros e medicamentos e alguns documentos ,ele tem 1,69 de altura cabelos pretos carapinha usa cavanhaque calças de cangas (jeans)azul escura 2 camisetas pretas mangas compridas e um casaco preto comprido (tipo sobre tudo)e tênis azul Allstar quem o encontrar os meus contatos 969108789 ou 912743867 maria.barbosasantos@hotmail.com espero em Deus com a vossa ajuda

rosa - 26 de janeiro de 2014

Ola , creio que estou com o mesmo problema aqui em casa, com minha filha de 13 anos, esta falando sozinha coisas que pra mim não fazem sentido . Se alguem puder me ajudar agradeço.

SILVIO Antao - 17 de março de 2014

Meu amigo, fiquei muito emocionado com sua história pois faz parte também da minha história. Você foi muito feliz em retratar sua infância e adolescência e sou grato a Deus de ter feito parte dela. Não entendi a passagem de “conquistador de mulheres” Rsrsrsrrs, até mesmo porque isso quase deu em morte lembra? Fico feliz de você ter dado a volta por cima, acompanhei o início do seu problema mas sempre tive a certeza que tudo ficaria bem. Espero te reencontrar em breve e posso aqui revelar a minha inveja pela sua maneira de ser, uma pessoa amável, educada e apesar da timidez bastante sociável. Não tinha e acredito que até hoje não existe uma pessoa capaz de não gostar de você. Discordo e deixo claro aqui que você mentiu quando disse que era o mais inteligente da turma de química, o amigo aqui sempre foi F…. (Fantástico) e fora no nosso viciante futebol de rua em que eu era o eterno artilheiro. De resto posso autorizar essa participação biografica. Agora é serio, te desejo toda boa sorte do mundo. Papai do céu escolhe nossos irmãos de sangue, mas a gente escolhe nossos irmãos de alma, e você sempre foi e sempre será além de meu melhor amigo o irmão que eu gostaria que fosse além de alma mas também de sangue. Lembranças para o Seu Roberto, dona Edimeia e para as meninas. Tânia toma conta dele…. Beijo no coração de vocês.
Silvio Antão.

Mônica de Moraes - 17 de março de 2014

Querido Wilson,
Foi muito bom ler sua história, apesar de já conhecê-la, achei muito legal ver a sua coragem (e você é bem assim) de compartilhar um pouco da sua vida. Melhor ainda é ver o quanto você se permite ser uma ferramenta de Deus na vida de outras pessoas.
Nossas orações são que vocês ( A Tânia e você são uma equipe) consigam realizar todos os desejos dos seus corações, sobretudo o de realizar a obra de Deus, conseguindo continuar a superar todas as dificuldades que já existem e as que surgem a cada dia.
Um grande Beijo, Dos seus amigos!
Edil e Mônica

eduardo - 20 de maio de 2014

tenho duvidas se sou esquizofrenico, sou muito disconfiado, confio em poucas pessoas, tenho poucos amigos, sou rancoroso, nunca vi e nem ouvi nada (delirio e alucinaçoes).. posso concluir que sou esquizofrenico?? por favor me respondam!!…

iza - 23 de maio de 2014

preciso de ajuda……………
acho q alguem da minha familia esta c esse problema ….mas ela fala q n tem nada e n precisa de ajuda…socorro n sei o q fazer….ela n come direito….a 8 anos n sai de casa….ela pesava 72 kilo agora deve estar com 40 kilo….m ajudem o q devo fazer…por favor….

benhur - 18 de junho de 2014

estou passando por uma situaçao muito dificil com meu pai… ele estava com depressão e começou a tomar fluxetina e diazepan pra ajudar a dormir…ate o dia que ele resolveu parar com esses remedios,,foi ai que ele surtou começou a ter alucinaçoes falava que via bichos que ia morrer, nao durmia ficava a noite toda gritando e andando pela casa totalmente transtornado,,,e na segunda feira minha mae levou ele em um hospital psiquiatríco que tem aqui na minha cidade..tomou sedativo e mesmo assim ele nao acalmava…o medico que atendeu ele pediu uma resonancia magnetica de sua cabeça,mas ainda nao saiu o resultado..foi muito triste pra min ver ele amarrado em uma cama tendo alucinaçoes e e falando coisas sem nexo…nao sei o diagnostico da doença dele,mas creio que seja esquizofrenia…estou desesperado e nao sei o que fazer!

Maria cristina - 7 de agosto de 2014

O que é exatamente um surto ? Quanto tempo dura ? Minutos, horas, dias ? Alguem em específico pode desencadear ? Por favor me ajudem é importante!

michel - 13 de agosto de 2014

parabens, muito bonita a sua superação, minha mae tambem tem a doença, so que ela nao é como vc, que segue o tratamento, ela é rebelde e nao toma remedios, e sempre pensa que estamos fazendo mal para ela, se Deus quiser espero que um dia ela tome conciencia da doença dela, e melhore.

Editor do Portal - 13 de agosto de 2014

Cristina, surto é uma crise com sintomas agudos da doença, geralmente muitos delírios e alucinações, mas também maior desorganização, alterações de humor, do comportamento, como irritabilidade, agressividade, etc. Um surto pode durar anos se não for tratado. Um abraço!

Vera Lucia - 27 de agosto de 2014

Tentei Haldol, risperidona e.. finalmente Quetiapina 400mg com rivotril 0,5mg à noite e Fluoxetina pela manhã, estou 100%. Trabalho e vivo uma vida quase normal!!

Rosana - 8 de setembro de 2014

Olá!Fiquei emocionada com a sua história!Há 1 mês descobrimos que a minha mãe de 72 tem esquizofrenia!Choro muito!Não sei o que fazer!Levei-a no geriatra e ele receitou quetiapina de 100(mei manhã, mei tarde e 1 noite), juntamente com neozine, nas crises.Os surtos não passaram.Ela mora só e não a ajuda de ninguém.Acha que está sendo perseguida , escutas telefônicas, alguém está colocando algo na comida e bebida e não quer sair da sua casa.Arrumei uma cuidadora e ela não quer e diz que a cuidadora está fazendo mal para ela.Arrumei uma empregada 2 vezes por semana e ela reclama.Fiz de tudo para erla morar comigo e ela quer a casa e os animais dela.Ela toma o medicamento certinho, mas o médico disse que tem que mexer na dosagem com o tempo.Ela se sente bem com o remédio.Fica um pouco irritada quando toma o remédio, mas o surto não.Diminuiu mas não passou.Estou muito triste.UM abraço.

Janderson - 28 de outubro de 2014

Olá caro rapaz, meus parabéns pela superação e que a cada dia vc possa ser mais feliz ao lado de sua família.
Eu sou estudante de Biologia, e faço um curso inglês. Tenho 22 anos de idade. Decidir estudar sobre a doença, porque tive um surto quando meu nivel de stress aumentou.. E as vezes me pergunto se tenho algum problema. Tenho algumas dificuldades de concentraçao (estagiei na Embrapa – semiárido, e pude perceber isso), meu humor é alterado com facilidade, e ja me tornei agressivo por conta disso. As vezes penso que alguém estar me perseguindo.. Enfim. Quando eu tinha 17 anos eu ouvir vozes, e sentir algo tocar minha perna ao dormir, fiquei assustado. Mais novo, eu lembro ter visto uma figura maligna na porta de meu quarto. As vezes acordava de madrugada asssustado, pesados contantes, e ficava de um lado pra outro, pensava que eu ia ficar louco.
Eu não tomo nenhum remedio, não sou diagnósticado com nenhuma doença psíquica, fico feliz por algumas dessas experiência que tive quando mais novo desapareceram. Mas tenho medo de voltar..
Ouvir vozes e ver e sentir algo se passou, mas minha mudança de humor é constante…

E é isso, muito emocionante sua história, fiquei feliz ao saber que vc estar feliz e sem surtos, meus parabens!!! Tudo de bom, vc merece!

Janderson - 28 de outubro de 2014

Olá caro rapaz, meus parabéns pela superação e que a cada dia vc possa ser mais feliz ao lado de sua família.
Eu sou estudante de Biologia, e faço um curso inglês. Tenho 22 anos de idade. Decidir estudar sobre a doença, porque tive um surto quando meu nivel de stress aumentou.. E as vezes me pergunto se tenho algum problema. Tenho algumas dificuldades de concentraçao (estagiei na Embrapa – semiárido, e pude perceber isso), meu humor é alterado com facilidade, e ja me tornei agressivo por conta disso. As vezes penso que alguém estar me perseguindo.. Enfim. Quando eu tinha 17 anos eu ouvir vozes, e sentir algo tocar minha perna ao dormir, fiquei assustado. Mais novo, eu lembro ter visto uma figura maligna na porta de meu quarto. As vezes acordava de madrugada asssustado, pesados contantes, e ficava de um lado pra outro, pensava que eu ia ficar louco.
Eu não tomo nenhum remedio, não sou diagnósticado com nenhuma doença psíquica, fico feliz por algumas dessas experiência que tive quando mais novo desapareceram. Mas tenho medo de voltar..
Ouvir vozes, e ver algo irreal e sentir algo se foi, mas minha mudança de humor é constante…

E é isso, muito emocionante sua história, fiquei feliz ao saber que vc estar feliz e sem surtos, meus parabens!!! Tudo de bom, vc merece!

Penha - 22 de novembro de 2014

Em janeiro deste ano de 2014, meu filho começou dar sinais que algo estava errado,desconhecia essa doença;quando falava com ele me respondia , depois começou as agressões foi quando pedi ajuda para médica pediatra dele e relatei o comportamento dele; ela fez várias perguntas a ele, encaminho ele para o capis fiquei chocada com o relato que ele fez a dra; depois disso fiquei aguardando vaga para o atendimento para um pscicologo neste mesmo tempo o o quadro do meu filho se agravo, ele teve um surto ainda mais forte precisei pedir socorro aos meus vizinhos, pois tudo que vivênciava no game ele fazia comigo; meus vizinhos vieram me socorre meu filho após um mês foi internado no pinel, eu creio que nós venceremos.Obrigado a todos que me ajudam e a seu depoimento .

gisele - 23 de novembro de 2014

Parabens pela superacao
Que te Deus te abencoe. Meu marido.esta passando por esse problema,mas se DEus quizer td dara certo.

NEUZIMAR - 10 de abril de 2015

Excelente relado, simples e muito profundo. Experiência edificante compartilhada com aqueles que passam por momentos parecidos. Enquanto eu lia, tive muita vontade de ter um amigo Sílvio em minha vida: alguém que deseja o nosso bem de verdade e que prova isso com atitudes desprendidas. Vou chover no molhado contigo: Sem dúvida, você é um escolhido do Senhor. Só os escolhidos saem forte assim e positivamente transformados de uma batalha! Parabéns!!! A humanidade precisa de exemplos como o seu! A paz do nosso Deus sempre!!!

julio cesar - 11 de abril de 2015

Me desculpe, mas, apesar de ficar comovido com o seu depoimento, não senti nenhuma alegria no seu depoimento no vídeo com o Leonardo Palmeira. Alguns antipsicóticos nos deixam robotizados emocionalmente e foi isso que notei na sua entrevista. Se por um lado você está estabilizado, de um outro ângulo parece estar triste e sem emoções. Já tomei a quetiapina e vários outros medicamentos, que dão muita fome e outros efeitos colaterais. Fico feliz, pois vejo que melhorou, mas sinto que os medicamentos não são essa maravilha, os efeitos colaterais as pessoas procuram esconder. Não me leve a mal, sou portador e procuro me virar sem os medicamentos, não quero ser um robô, tanto no aspecto físico como mental.

Bruno - 27 de setembro de 2015

Caro amigo Julio Cesar, sou Psicologo com conhecimento na área dos transtornos mentais e também no tratamento farmacologico. Desculpa a critica mais acredito que seu comentario a respeito das medicações posa ter uma influencia negativa para as pessoas que estão em tratamento diante de uma doença vista de uma forma tão negativa pela sociedade e com consequências graves. O conhecimento superficial no assunto as vezes pode gerar criticas que não são positivas para as pessoas que estão em processo de encontrar uma solução ou de pelo menos recuperarem suas vidas com o auxilio dos remedios. Antes de balancear os pros/contras da medicação, a primeira coisa que temos que pensar e o impacto tanto pessoal, familiar e com a sociedade que um paciente esquizofrênico em surto sofre, alem da possibilidade de colocar em risco a propria vida e de outros. Quando o paciente esta em surto (considerando que a Esquizofrenia e uma junção de varios sintomas psicoticos e em niveis diferentes) o paciente tem uma fragmentação de sua personalidade, um comprometimento afetivo e da realidade e de seus pensamentos, deixa de ser ele mesmo, e isto, implica fundamentalmente na possibilidade do enfermo ter prejuizos gravissimos em toda sua esfera de vida, alem na possibilidade perder todo o controle do seu mundo e de sua projeção de uma historia de vida sonhada. A medicação serve antes de tudo para estabilizar os sintoma do surto podendo assim fazer com que o paciente “consiga” retomar sua vida normal. Pelo fato da Esquizofrenia ser uma doença degenerativa e dividida em alguns tipos e niveis de gravidade. Os remédios são indicados pelos sintomas,, Por exemplos casos de agitação, agressividade,(que pode ser tanto verbal quanto física) alguns tipos de desvio de conduta, delirios e alucinações etc,,,, pode se utiliza fármacos que atuam na contenção do paciente, com o objetivo de melhorar/ diminuir os comportamentos/pensamentos desfuncionas/desconectados/bizarros. Algum desses medicamentos pode causar sedação intensão, rigidez muscular, comportamento robotizado, estereotipado, diminuição das emoções etc… São alguns dos efeitos colaterais, que dependendo do grau da Esquizofrenia, esses efeitos podem ate ser benefícos no manejo do tratamento para o momento especifico ( citando alguns Holdol, Amplictil, Melleril que são os mais conhecidos popularmente) que dependem da forma de administração e dosagem para produzirem efeitos colaterais mais severos. A vezes a combinação de varias classes de medicamentos ou ate mesmo da mesma classe podem potencializar esses “efeitos colaterais”, pode se utilizadas medicações para diminuir os efeitos colaterais, tudo depende de cada caso. Porem, atualmente o manejo medicamentoso na Esquizofrenia é grande em relação a possibilidade de escolha da medicação. Existe atualmente muita medicação disponivel, com baixissimos eleitos colaterais e comprometimento cognitivo, que não interferem tando nas características espontâneas do paciente. Resumindo o que deve ser levado em foco é a gravidade da situação, com o progresso positivo no tratamento as medições devem ser alteradas/ajustadas ate retornar a vida normal do paciente ou se chegar ao mais próximo possível disto. Aos que estão em tratamento, continuem com a medicação, sigam as orientações dos seus médicos, busquem conhecer mais sobre o assunto, busquem tambem conciliar com tratamentos alternativos. Tentem manter bons pensamentos, se espiritualizarem, manter boas amizades. Tentar viver na realidade que o mundo te rotula, já é uma forma de psicotizar a vida! rsrs.. Digo a muitos que se sentem culpados por terem que tomar suas medicações todos os dias, por toda uma vida. A Esquizofrenia é como uma diabetes, pra se ficar bem, as vezes tem que usar a medicação por toda a vida…(acredito que se compararmos assim, alivia um pouco a realidade da medicação para um transtorno mental.. rs) Um abraço a todos. espero ter contribuído de alguma forma.

Julio Cesar dos Santos - 10 de outubro de 2015

Caro amigo psicólogo Bruno. É a minha opinião, sou portador de esquizofrenia e também estudo o assunto. Escrevo um blog e as pessoas me procuram à procura de ajuda. Se o tratamento no Brasil e em outro países que “abusam” da medicação fossem positivos, provavelmente meu blog não seria tão acessado. Recomendo que faça uma visitinha por lá, é só digitar no google “Memórias de um Esquizofrênico” e você constatará, pelos comentários, que as pessoas no Brasil estão sem resposta e informação sobre o assunto. Recomendo também que assista o documentário “Diálogo Aberto”. É sobre o tratamento da esquizofrenia na Finlândia, onde são obtidos os melhores resultados no mundo no tratamento da esquizofrenia. O Brasil, os Estados Unidos e parte da Europa deveriam se espelhar nesse tipo de tratamento, onde apenas 7% dos portadores usam medicamentos pelo resto de suas vidas. Já no Brasil….

Marli - 27 de outubro de 2015

Olá, pessoal que Deus abençoe a todos vocês! já passei por experiência muito triste com o meu esposo, pois a 36 anos teve o surto o primeiro surto psicótico. O surto só retornou por falta de medicamentos pois o medico havia dado alta e logo a seguir perdeu um irmão em um acidente e voltou a ficar doente. Ele sempre tomou haldol, mas graças a Deus a mais de oito anos a doença esta estabilizada , só que até hoje ele não é aposentado pois uma médica que o atendeu a uns 26 anos atrás me aconselhou a não o aposentar senão a tendência da doença era só piorar por isso que até hoje continua a trabalhar dou a dosagem mínima possível nesses 36 anos teve 5 surtos só se internou uma vez… Deus tem nos abençoado muito e colocado bons médico ,por duas vezes encontrei médicos que realmente viu a mim e a ele como uma pessoa que precisa ser ouvida e esclarecida sobre uma doença que boa parte da sociedade olha com indiferença …Abraços !

VALDECI - 25 de março de 2016

PARABENS SEI COMO É QUANDO AGENTE ACHA QUE NÃO TEM MAIS SAIDA DEUS MOSTRA A SAIDA PARA NOS ,TAMBEM SOU ESQUIZOFRENICO

Moises - 22 de agosto de 2016

Também faço parte …sofri muito com isto …sou de MG cidade Timoteo …
Neste exato momento tenho 47 anos voltei a morar com meus pais … Minha mãe também sofre com isto …ela ta na cozinha agora conversando sozinha …achei este site porque estava procurando um remedio pra ela que aqui naum tamo achando mais… Piportil L4. 25 g. Unico remedio que permitiu ela ter uma vida dogna….
Mas quanto a mim casei construi uma historia mas foi tudo pro buraco por causa dessa doença …graças a Deus tenho dois filhos lindos um de 18 anos outro de 22 anos . moram com a mãe ..
Ela casou de novo fazer o que neh… tbm naum julgo ..mas estou aposentado ….a doença em mim creio fui curado …mas tbm naum deixo ao acado procuro levar uma vida sem STRESE…acredito ser o estopin…. Meu irmao tbm sofre disto. Infelismente esses meficamentos tomei todos …mais um tsl deZIPREZA o troço caro. 700 reais a caixa…
Minha vida hoje a entreguei por completo a Deus …. sou cristao amo louvar ao Senhor e estar em sua casa…reunido com os irmaos prestando a Drus um culto racional potem a alguém que nunca vi mas espero ver como ele é …… Engraçafo é que essa doença faz ver coisas pessoas que naum existem …. Sei que Seus existe pq tenho experincias de oraçoes respondidas …..mas aqui que bom vc tah podendo levar uma vida mais tranquila Deus seja contigo….

Vanderlei Marques - 25 de agosto de 2016

Gostaria de deixar claro para alguns que ser esquizofrênico não nos torna diferente mas sim igual a todos e nem de longe e um sofrimento ser esquizofrênico pois tantas outras doenças nos torna o escravo de medicação, esse amigo que fala dos efeitos robótico dos medicamentos deve ter por princípio ver que os medicamentos nos deixam livre de surtos psicóticos e de cometer suicídio e homissidio claro nessa nessa vida nem tudo é perfeito mas os remédios fazem bem por um ponto de vista é por outros nos deixam com algumas sequelas… mas temos que observar os pos e os contras ainda prefiro tomar os remédios …. e quanto o depoimento achei muito lindo uma pessoa colocar isso de uma forma tão bem como você colocou, não saber beria fazer dessa forma… que Deus esteja sempre com voce
Esse amigo me deu até uma pontinha de inveja pois nunca tive um amigo como o seu na minha vida, pelo contrário só pessoas pra me criticar e me colocar pra baixo e hoje à saída para essa doença e ter pessoas assim verdadeira do nosso lado.
Mais um coisa sempre a pessoa dessa doença procure viver uma vida mais normal possível saia de casa trabalhe faça amigos nunca se isole e busque conhecer a doença pois ela estando perto ela é uma amiga e nunca veja ela como uma inimiga se informe lei tudo que poder sobre esquizofrenia pois vai poder se entender e entender o outro
Beijos e um forte abraço

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