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Programa do Jô – Entrevista sobre Esquizofrenia

Editor do Portal 22 de junho de 2009 Blog, Multimídia 16 comments
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O psiquiatra Leonardo Palmeira fala sobre a esquizofrenia e o livro “Entendendo a Esquizofrenia” dedicado aos familiares de pacientes.

16 comments

Luana Alves - 22 de março de 2012

A minha mãe sofre com esquizofrenia desde 2007, faz o tratamento com rispiritona, os surtos estão frequêntes, meu irmão que tem 25 anos está apresentando pensamentos e tentativas de suicídio, o meu outro irmão que é gêmeo com este não reconhece a doença da minha mãe e briga constatemente com ela ele também foi diagnosticado comesquizofrenia, busco ajuda, pois está insuportável conviver na casa de minha mãe, temo em haver um desastre geral em minha família, pois um pode matar o outro, de que forma vc pode me orientar

Luana Alves – Belém- Pa

Janaína Costa - 19 de abril de 2012

Tenho o melhor Pai do mundo, porém ele vem sofrendo com a doença a 24 anos, já teve diversos surtos que minha mãe e eu pensamos que era o fim, ele já ficou 6 anos sem ter crises, mas a 3 anos ele vem sofrendo constantemente crises terriveis, o médico já disse que não tem mais jeito.
Por favor se alguém possui informações de um tratamento, me ajude, por favor.

Andréa - 9 de junho de 2012

Meu marido estár apresentano um quadro no qual ele diz que tem a necessidade de ter o mesmo pensamento várias vezes, se não algo vai acontecer com ele porém ele não sabe o que.
Esse é um dos sintomas da esquizofrenia?
por favor mim ajude!

osvaldo luiz - 15 de julho de 2012

Janaína.

a unica informação que eu tenho é o novo remédio SAPHRIS, que chegou ao mercado recentemente. Tente usá-lo com o seu pai.

A propósito, este nome “esquizofrenia” bem que poderia mudar para um nome mais saudável, não é?

kleya - 19 de dezembro de 2012

Graças a Deus que estamos no SEC XXI, e que nossos familiares nasceram em um tempo em que este problema já se tornou menos grave. Sou casada a 10 anos e a um ano meu esposo entrou neste grupo, mais graças a minha compreensão temos conseguido domesticar o problema. Sou professora e ele é comerciante, ele medicado tem um vida regularmente normal, mais em crise ele não quer nem me ver. Isso ainda doi muito, pois sempre fomos apaixonadissímos, mais com as informaçãoes já adquiridas tenho conseguido manobrar um pouco as crises, pois infelizmente ele resiste muito ao medicamento. O que devo fazer para conscientizar ele do uso regular. Obrigado por existir.

Leonardo Palmeira - 22 de dezembro de 2012

Kleya, esta é uma tarefa complexa e muito dificil para um familiar, que já lida com muita sobrecarga. O ideal seria que seu marido fizesse uma psicoterapia, preferencialmente do tipo cognitivo-comportamental. É importante também conversar com o psiquiatra e ver se a medicação está adequada. As vezes o paciente não consegue chegar à consciência de sua doença porque ainda tem sintomas positivos que o atrapalham. Um abraço e boa sorte!

neusa m guimaraes - 10 de fevereiro de 2013

So quem tem um familiar com esquizofrenia sabe a dificuldade que e lidar som os surtos causados pela falta de medicação. Parece que nada e capaz de convencer o paciente de que o remedio e imprescindivel. Minha irma usa clozapina ha muitos anos mas vem com frequencia interronpendo o tratamento. Existe outra medicação injetavel que substitua o tratamento com clozapina diaria.?

Sonia Alves - 31 de maio de 2013

Meu irmão está apresentado estes sintomas há mais ou menos 3 anos… não sei ao certo quando começou. Já o convencemos uma vez a ir ao médico, estava tomando a medicação, mas sempre dizendo que ele não tinha nada e de uma hora pra outra parou e agora chega a ser agressivo (temo por meus pais já idosos que moram com ele), alucinações de que eu entro em seu quarto para escrever coisas sobre ele, de que eu sei alguma coisa e não quero contar! Está sendo muito difícil… tentei marcar médico novamente pra ele, mas segundo o posto de saúde, como faz mais de um anos (fez um ano em 19/04/13 )! a médica psiquiatra não iria atender.. tentei convencê la de que estava se tornando algo perigoso mas de nada adiantou: O que eu devo fazer? perguntei. Tentar levá lo no pronto socorro do Hosp.Campo Limpo (o que eu acho que não vai ser possível, pois quando ele teve uma crise o levei convencido e acabou passando mal pois deram uma medicação na hora e eu administrei o mesmo medicamento que o médico prescreveu em casa (me parece que deu uma overdose) e passou mal, não quer nem ouvir falar o nome do hospital. Se o médico tivesse escrito com letra legível como administrar o medicamente talvez ele não tivesse passado mal… não sei. Caso não consiga levá lo, segundo as informações do posto, esperar acontecer uma crise (olha que absurdo) e chamar o SAMU. Que se for esperar como esperei quando meu pai passou mal (quase 2 horas e não apareceram), irá acontecer algo para depois tomarem providências e colocarem a culpa nos familiares que não tomaram providências…

Lucia - 25 de agosto de 2013

Já que o Dr. Leonardo Palmeira e a ciência admitem que 50% do fatores etiológicos da doença são ambientais e que a esquizofrenia é uma dissociação entre pensamento, percepção e emoção, dissociação essa pela falta de conexão neuronal, pergunta-se: que fatores ambientais facilitaram ou dificultaram na etiologia da doença essa conexão neurológica, essa associação entre pensamento, percepção e emoção?
Em que idade esses fatores foram determinantes? Talvez a neurociência possa ajudar na resposta. Respondendo-se a essas perguntas, não se pode fazer um trabalho preventivo para evitar o surgimento de outros portadores da esquizofrenia e de outras doenças mentais? Outra pergunta: Uma vez essas funções desconectadas, essa falta de conexão estabelecida o problema só se torna curável com medicamentos? Não seria possível estabelecer condições ambientais favoráveis a essa conectividade? Penso que “Amar ao próximo com a ti mesmo” é uma verdade válida e parece estar esquecida ou desconhecida em todo o seu significado. Lucia

sinval josé vieira - 16 de outubro de 2014

é uma pena que os profossionais da saúde ainda não tem uma visão mais além da materia, quando olhar-mos que a vida está alem da vida ai sem muitos males que hoje são insoluveis, vão ter outra conotaçã, muitos males vão ser erradicados.A ciencia esta caminhando para este lado, em breve ela vai olhar para este lado da vida além da vida.

Alessandra - 26 de maio de 2015

Ola dr. Leonardo em novembro de 2014 meu irmao teve um surto psicotico, no qual mudou radicalmente sua vida. Pediu demissao do emprego, terminou com a namorada , e soh comenta em se matar. Desde entao leveio ao psiquiatra que vem administrando medicamentos ( inclusive acho q bastante como quetrus, risperidona, clozapina… ) entrei com um pedido de auxilio doenca e o psiquitra atestou esquizoafetivo, apesar de ate agora nao ter me dado um diagnostico final. Meu irmao vive em casa, nao sai, nao quer se socializar, nao tem animo para nada e soh fala que sua vida acabou.
Eu acabei me mudando para florianopolis, e ele continuou em RECIFE com meus pais que sao idosos( e que nao entendem muito, falam q ele esta com depressao e ira passar… ) O psiquiatra falou em internacao mais o custo eh carissimo, em media custa 350 reais uma diaria em uma clinica. Temo pela vida do meu irmao. EStou tentando ajudar de longe como posso. ele foi para uma psicologa mas acho que nao ajudou muito, entao ele se recusa a querer ir para outro psicologo. Voce conhece algum grupo de apoio em florianopolis ou recife? Muito obrigada

Editor do Portal - 28 de maio de 2015

Alessandra, não conheço, mas certamente que existem. Procure nas Universidades, nos hospitais psiquiátricos e nos CAPS. Um abraço!

Denise - 14 de junho de 2015

Olá Dr. Leonardo . Meu filho têm
23 anos e teve seu primeiro surto já a um ano . Foi assustador ! Não entendi muito bem o que estava acontecendo
. Ele vinha dizendo que ouvia vozes , eu não dei muita importância , achei ser algo relacionado a mediunidade ( que total falta de informação minha ) Uma completa leiga , desinformada , mãe não enxerga o óbvio . Estava estranho , não parava quieto , não dormia bem , e se alimentado mal. Teve o surto . Enfim .. Já estou no segundo psiquiatra . Desde então toma olanzapina 10 mg.Estpu preocupada . Estou percebendo que ele não está bem. Está inquieto , fica só andando .Ele n é agressivo . Muito
Inteligente . Tento conversar , mas não adianta . Não sei o
Que fazer , estou desesperada.
Acho que vou procurar outro psquiatra
Penso que o remédio não está fazendo efeito .. .

Editor do Portal - 16 de junho de 2015

Denise, talvez não precise mudar de psiquiatra, converse com ele melhor, veja as alternativas, procure ler bastante sobre a doença, leia um livro de psicoeducação como o nosso, veja quais aspectos sociais e familiares podem ser alterados para ajudar no tratamento dele. A medicação é importante, mas nem sempre a solução está somente no remédio. Precisa ver também se o mal estar dele não tenha a ver com efeitos colaterais. Realmente só o psiquiatra dele poderá lhe esclarecer esses pontos. Um abraço!

Denise - 28 de setembro de 2015

Prezado, tenho um familiar que começou a apresentar sintomas recentemente. Está tendo surtos, pensamentos desconexos, fica nervoso, enfim, já foi ao psiquiatra e foi constatado que são surtos psicóticos. Minha dúvida é se o surto psicótico antecede o estado de esquizofrenia, ou se fato de apresentar surtos psicóticos quer dizer que a esquizofrenia já se manisfestou. Isso não ficou claro para mim e minha família acredita que o surto é reversível e que não chegaria a esquizofrenia.
Obrigada.

Editor do Portal - 10 de outubro de 2015

Denise, existem diferentes causas de psicose, inclusive físicas, p.ex. Lúpus, Hipertireoidismo, Tumores Cerebrais, Epilepsia, entre outras. A esquizofrenia é apenas um dos diagnósticos. Os surtos de esquizofrenia também são reversíveis com o tratamento e o paciente pode se recuperar e levar uma vida normal! Sugiro ler os textos do site e nosso livro.

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