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11 comments

sanna lisarb - 20 de outubro de 2012

gostei muito do video fala que nos portadores da esquizofrenia pode ter uma vida normal e e isso que eu quero.

claudia carvalho moreira - 20 de outubro de 2012

Olá, Dr Leonardo: Boa tarde, tenho uma filha portadora de doença mental (2 médicos acham que sofre de transtorno bipolar e o atual médico acha que é esquizofrenia. Ela tomou 2 ampolas de haldol depot durante 8 meses e ontem o médico ( a pedido dela) trocou para Ziprasidona 40mg. Gostaria de saber se há possibilidade de frequentar as reuniões a cada 50 dias porque sou de Belo Horizonte. Caso afirmativo, qual o procedimento? Obrigada, Claudia

Leonardo Palmeira - 25 de outubro de 2012

Claudia, no IPUB somente é possível acolher famílias que possam comparecer regularmente às reuniões, pois somos também um grupo de pesquisa, mas estamos organizando um grupo na comunidade que você poderia participar. Isso só deve ocorrer no ano que vem, mas você pode acompanhar pelo site, pois vamos divulgar. Um abraço!

Maria Isabel - 21 de fevereiro de 2013

Ola Dr. Leonardo, tenho um familiar que tem escrizofrenia, já foi diagnosticado. Porem não aceita a doença, fala que não tem nada. Como posso fazer para que ela tome a medição? Foi receitada uma injeção mensal, já tentei de todas as formas, porém sem sucesso, até mesmo para levar ao psiquiatra tive que mentir, já que não aceita a doença. No aguardo

Leonardo Palmeira - 1 de março de 2013

Maria Isabel, na minha experiência pacientes que usam o antipsicótico injetável de longa ação melhoram dos sintomas e passam a ter mais condições de compreender a doença, o que não ocorre enquanto não se tratam ou tomam a medicação de forma escondida (para mim uma forma de enganar o paciente e a família, pois o resultado é praticamente igual a não tomar remédios). Vocês teriam que convencê-lo a aceitar ao menos uma tentativa de tratamento, em torno de 3 a 6 meses, quando já é possível notar claramente os efeitos positivos. Procure dar ênfase nos aspectos que o paciente vê como negativos, como desânimo, falta de iniciativa ou o fato da vida dele não estar sendo produtiva. Um abraço e boa sorte!

elizabeth da silva couto - 12 de março de 2013

é muito dificil a familia aceitar uma pessoa com esquizofrenia eu sei bastante sobre porque deste que meu filho teve a primeira crise em 2008 eu ja comecei a ler tudo sobre a doença tendo fazer um pouco pelo meu filho mais a familia do pai (a qual sou separada e hoje ele ja é falecido )nao apoia em nada nada nem uma ligação para saber como esta meu filho mas fico com as mãos de DEUS

Willian - 29 de março de 2013

Sou esquizofrênico e por muitas vezes me senti frustrado por não conseguir ter o mesmo desempenho que tinha antes de manifestar o primeiro transtorno-aos 17 anos. Com o tempo aprendi a conviver com a doença porque procurei me preocupar menos com os desafios geralmente estudantis que antes eu vencia facilmente e procurei entrar numa busca de conhecer quais eram as experiências e expectativas de uma pessoa portadora de esquizofrenia, o meu verdadeiro dilema existencial. Foi difícil descobrir que terei que conviver com a medicação controlada mas ela não diminui a minha forma de manifestar as minhas expectativas e minhas vontades pelo contrario tem aliviado as minhas frustrações por um lado.Lembro de ter me queixado ao medico se a doença era degenerativa porque me sentia muito cansado,no caso fadigado e as pessoas percebiam pela minha fisionomia antes de qualquer surto que eu estava com indicio da manifestação da doença e ele disse que sim, essa foi a gota d’agua para eu parar de brigar com as queixas de tomar medicação controlada porque percebi que me cansava mais lutar psicologicamente contra a doença do que me adaptar a ela contornando as possíveis limitações que ela nos causa como a citada no vídeo,lembrando que a medicação ajuda a diminuir nossas queixas e conflitos internos mais rápido. Outra coisa, a compreensão da família é demasiada importante, sei que meu caso é excepcional na esquizofrenia, que eu tenho obtido belos resultados mas como todo mundo teve momentos de ficar a deriva como Daniel de as vezes um familiar achar que a gente é preguiçoso ou incapacitado e não é, a gente até que tem um conflito interno e que deve ser resolvido familiarmente porque isso acaba com o estresse familiar.Ver que existem pessoas e entidades que se preocupam com isso me deixam realizado porque de certa forma o tratamento a muito tempo é a gente levar a famosa picadinha e tentar levar a vida ou como uma pessoa incapacitada e frustrada porque não tem acesso a cultura da doença ou como alguém que tem capacidades e que ora e meia tem medo de ter frustrações como qualquer pessoa mas que graças a Deus entende que o psicologo e psiquiatra não são inimigos, são mais que amigos e que muito mais pessoas deveriam procurá-los em conflito como o caso da mãe de Daniel.

willian - 29 de março de 2013

O esquizofrênico tem um grande conflito interno e só depois de um tempo ele tem o desejo, as vezes por cansaço ou esgotamento de considerar que aquilo seja uma doença.Um basta aquela situação.Quando eu falo de conflito é porque acreditamos fielmente nas alucinações que vemos ou ouvimos mas graças a Deus como alguns psicólogos citam e que precisa ser enfatizado no momento devido a tantos casos de psicopatas que tenta se livrar de um peso penal se prejulgando ter sido acometido de um surto psicótico de esquizofrenia é que em vez de as pessoas se tornarem agressivas porque querem ameaçar alguém o esquizofrênico se torna agressivo porque ele deseja se proteger. Então ele se isola no seu próprio mundo tentando entender o que lhe passa, porque ele se sente perseguido e não o perseguidor. A irmã de Daniel sitou que el pegou uma faca se eu não me engano, eu não sei por qual motivo ele teria feito isso mas quando acontece isso geralmente as pessoas tem uma visão errônea. Se você entra no campo de visão de uma pessoa que esta sendo acometida por uma alucinação por mais que você tenha medo que ela vá se machucar, o que eu creio que não seja muito provável é porque ela quer chamar a atenção do esquizofrênico pra si e provavelmente aquilo que poderia ser um objeto que ele estaria cortando o pão num determinado momento onde ocorresse um determinado surto com alucinação e a pessoa encará-lo como uma pessoa agressiva por ele pedir o isolamento.Só para esclarecer.

willian - 29 de março de 2013

correção:e a pessoa pode encará-lo como uma pessoa agressiva por ele pedir o isolamento.Só para esclarecer.

Eliana Carvalho - 6 de dezembro de 2013

Acredito estar passando por esses problemas com meu filho de 26 anos,esta isolado do convívio social,nao deixou de se cuidar,passa tempo deitado e vendo tv,ouvindo radio,pede para ensina-lo a fazer divisão com 3 números na chave,agrediu o irmão de 24 anos,nao conversa comigo so mesmo as coisas necessárias,fala que a comida esta sem gosto,toda tarde sai mas não fala pra onde vai,estou achando estranho,e triste com tudo isso ,mas quero ajuda sim,ele recusou ir ao medico,penso em acionar o samu, mas penso que estarei o espondo muito.

Clara Gentil - 18 de dezembro de 2016

Oi, meu filho se tornou esquizofrênico aos 17 anos tb, é meio estranho conviver com uma pessoa e ela se tornar outra, hoje ele me diz que não consegue estudar , mais até a pouco tirava 10 em matemática, mesmo medicado, ele não da continuidade aos estudo, ta trabalhando, não sei como é no trabalho, pergunto, as vezes ele é agressivo, vive falando em se matar, ainda não sei como lidar, tento não ir na reação dele pois piora
tenho medo, da dependencia, de ele não se casar, de não se formar, de não ter amigos, uma vida triste, e ainda dependente a vida toda de mim, ainda tenho muito que aprender e aceitar…

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