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Chega ao mercado brasileiro novo medicamento injetável para a esquizofrenia.

Editor do Portal 14 de dezembro de 2011 Blog, Multimídia, Noticias 141 comments
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Chega no Brasil este mês um novo medicamento injetável de depósito para tratamento da esquizofrenia. A substância é a Paliperidona, que já é comercializada no Brasil sob forma de comprimidos orais com o nome de Invega (laboratório Janssen Cilag). Trata-se de um antipsicótico de segunda geração, classe mais moderna de antipsicóticos que possuem menos efeitos colaterais, como a síndrome parkinsoniana, caracterizada por tremores, lentidão motora e psíquica, dentre outros sintomas.

A injeção, para ser administrada uma vez por mês, dispensa o uso diário de comprimidos e é uma opção para pacientes que não aderem bem aos medicamentos orais ou se recusam a fazer o tratamento.

Estudos têm demonstrado que as recaídas da esquizofrenia e a demora em atingir a remissão dos sintomas estão associados a um pior prognóstico e à cronificação e deterioração clínica do paciente.

Até então o único antipsicótico injetável de depósito de segunda geração disponível era a Risperidona (Risperdal Consta), que exigia injeções quinzenais. O Invega Sustenna, marca da Paliperidona de depósito, terá a vantagem do uso único mensal e de ser melhor tolerado do que a Risperidona.

Outros antipsicóticos de depósito (de primeira geração) disponíveis, como o Decanoato de Haloperidol, o Enantato de Flufenazina, a Pipotiazina e o Decanoato de Zuclopentixol, não são tolerados por muitos pacientes por possuírem mais efeitos colaterais do tipo parkinsoniano quando comparados aos antipsicóticos de segunda geração.

O custo do Invega Sustenna será alto, assim como os demais antipsicóticos de segunda geração, porém, segundo a Resolução Normativa 338 da Agência Nacional de Saúde, as seguradoras e planos de saúde são obrigados a oferecer o medicamento sem custo adicional para seus beneficiários, em regime de hospital-dia. A RN 338 garante aos pacientes com esquizofrenia tratamento em hospital-dia com a mesma amplitude de cobertura oferecida na internação hospitalar, o que inclui a administração de medicação injetável. O paciente ou seu responsável legal devem encaminhar o laudo médico com o pedido e a receita da medicação para a seguradora, que tem até 10 (dez) dias para autorizar a aplicação do medicamento em um hospital-dia conveniado. Caso a seguradora negue este benefício, o beneficiário deve recorrer aos órgãos governamentais responsáveis, como ANS e NUDECON (leia mais).

Por ser uma medicação nova, ela ainda não foi incorporada ao SUS, como já ocorre com outros antipsicóticos de segunda geração através do programa de dispensação de medicamentos especiais do Ministério da Saúde (guias LME).

Escute a entrevista do psiquiatra Rodrigo Bressan, coordenador do Programa de Esquizofrenia da UNIFESP (PROESQ), na Rádio CBN.

141 comments

Editor do Portal - 12 de março de 2014

Sueli, o Invega Sustenna tem aprovação pelo FDA (órgão americano) e pelo Ministério da Saúde somente para esquizofrenia. T. Bipolar e TP Borderline são diagnósticos diferentes da esquizofrenia, embora antipsicóticos de segunda geração, dos quais o Invega faz parte, sejam utilizados também no tratamento dessas patologias, alguns com aprovação em bula, outros de forma “off-label”. Um abraço!

julio cesar dos santos de oliveira - 23 de abril de 2014

Olá
Gostaria de saber a sua opinião sobre a forma de se administrar os medicamentos injetáveis. Você não acha um pouco arriscado de, logo na primeira vez um profissional receitar um medicamento injetável para um paciente? Pergunto isso pelos possíveis efeitos colaterais que possam acontecer, e, como o efeito do medicamento dura um mês, seria muito sofrimento para o paciente. Eu mesmo tive esse problema ao me indicarem haldol injetável, pois tive efeitos colaterais e tive que esperar um mês para que acabasse.
Desde já obrigado pela atenção.

Editor do Portal - 23 de abril de 2014

Julio, o ideal seria poder testar antes a medicação na forma oral, outra possibilidade seria conhecer que outras medicações o paciente usou e quais foram as reações, mas concordo que em se tratando de uma medicação nova, muitos efeitos colaterais só serão conhecidos no decorrer do tratamento. Cabe ao médico, através de usa experiência com a medicação, individualizar a dose e administrar os efeitos colaterais com outros medicamentos, se for o caso. Um abraço!

maria josé - 2 de julho de 2014

tenho 3 filhos com transtornos mentais gostaria de ajuda para que eles tomem uma quantidade menor de remedios o felipe no momento toma 500mg de clozapina 75mg de cloridrato de prometazina 300mg de cloridrato de clopromazina 1250mg de acido valproico 40mg de citalopram 30mg de hemitartarato de zolpidem como dose diaria e mais midazolam de 15mg caso ele tenha crise como sos tenho sofrido muito para ajudalos presciso de ajuda até para saber se os diagnósticos estão corretos felipe é esquesofrenia refrataria wessley transtorno de personalidade e alana entre transtorno de personalidade eesquisofrenia ainda nao confimado aguardo resposta grata maria josé.

Fernando Roberto - 15 de julho de 2014

Uma pessoa obcecada por certo tipo de alimentação ( vegano)- viver na monotonia sem se preocupar
em trabalhar, ignora o dinheiro. Pode chamar de esquizofrenia?

Sandra Rosado - 18 de novembro de 2014

minha esposa começou a tomar essa medicação injetável e a melhora foi substancial, os remédios anteriores tinham muitos efeitos colaterais. Após a primeira injeção, em questão de minutos a tremedeira (efeito colateral do remédio anterior) cessou. As manias de se movimentar de um lado para o outro, fazendo um balanço com o corpo, diminuíram. Seu raciocínio melhorou, ela conversa normalmente, sem que se perceba qualquer diferença no comportamento. Os delírios também diminuíram, mas não cessaram, apenas percebe-se que ela consegue diferenciar o que é real do que é delírio. O único problema é que ela acredita nos delírios, como se fosse uma realidade à parte, um mundo invisível de que não temos acesso. Está aposentada, pois não pode trabalhar nestas condições. O único problema do remédio até agora é o seu custo que é alto. Tentamos solicitar pelo SUS e foi recusado. Estamos em processo judicial para conseguir a medicação, pois a aposentadoria reduz em 50% o salário, fazendo com que seja quase impossível adquirir o remédio. Grata. Sandra

Sonia Gaino - 19 de novembro de 2014

Boa tarde,
Minha filha tem 35 anos, tem sintomas de transtorno bipolar desde a adolescência, porém foi diagnosticada com o transtorno somente em 2010 após ter usado anfetamina para emagrecimento, o que agravou ainda mais a situação.
Não coopera com o tratamento. Deveria tomar Lítio e Quetros, mas não o faz.
Gostaria de saber se a opção com o mediamento Invega Injetável poderia ajudar nesse caso.
Temos sofrido muito com essa situação, pois ela apresenta comportamentos disruptivos muito sérios.

O medicamento já está à venda nas farmácias? É considerado de alto custo?

Agradeço e aguaardo orientações.

Sonia

Sonia Gaino - 19 de novembro de 2014

Boa tarde,
Minha filha tem 35 anos, tem sintomas de transtorno bipolar desde a adolescência, porém foi diagnosticada com o transtorno somente em 2010 após ter usado anfetamina para emagrecimento, o que agravou ainda mais a situação.
Não coopera com o tratamento. Deveria tomar Lítio e Quetros, mas não o faz.
Gostaria de saber se a opção com o mediamento Invega Injetável poderia ajudar nesse caso.
Temos sofrido muito com essa situação, pois ela apresenta comportamentos disruptivos muito sérios.

O medicamento já está à venda nas farmácias? É considerado de alto custo?

Agradeço e aguardo orientações.

Sonia

Moisés - 2 de dezembro de 2014

O efeito do Ivega passa, depois de um certo tempo de uso (3 meses) por exemplo? Grato. Moisés.

Editor do Portal - 9 de dezembro de 2014

Moisés, o Invega Sustenna é um tratamento de longa ação e o ideal é aguardarmos de 3 a 6 meses para avaliarmos o tratamento como um todo. Efeitos colaterais podem ocorrer no início e desaparecer com o passar dos meses ou com os ajustes de doses. O efeito terapêutico, embora seja rápido e possa ocorrer ainda no primeiro mês de tratamento, o ideal é observarmos ao longo dos 3 primeiros meses. Eu particularmente acho que não aguardar este prazo é como não avaliar os benefícios que este novo medicamento pode trazer a longo prazo para o paciente. Eu observo resultados progressivos com 6 meses, 1 ano e 2 anos com a medicação. Mas é importante ressaltar que o tratamento deve ser seguido como recomendado na bula, fazendo o esquema de iniciação com as duas dosagens e depois mantendo a dosagem mensal. Pular dosagens pode levar a recaídas rápidas. Um abraço!

Editor do Portal - 9 de dezembro de 2014

Sônia, alguns planos de saúde tem liberado o Invega Sustenna a seus associados graças a uma resolução da ANS (Rol 338) sem custos adicionais para o paciente. No SUS esta medicação ainda não foi incorporada, existem somente os antipsicóticos injetáveis de primeira geração (p.ex. haldol decanoato). Você pode comprar com a receita médica nas farmácias. É uma medicação de alto custo sim. Sugiro que se informe melhor com seu médico. Um abraço!

Francisco Assis da Silva - 20 de janeiro de 2015

meu filho faz três meses que toma o invega sustenn injetavel 100 mg, já esta fazendo academia que nem pensar agora voltar a estudar ta demorando , agora o medico disse que medicação oral que ele tomava continua ate um certo ponto , hoje ele toma neupine 10 mg, akineton 2 comp. a noite de 2 mg, hadol esta tomando 1/4 dia sim dia não de 5 mg, e dalmadorm, eu questiono com ele da demora de retirar a medicação oral, já que ele esta tomando o invega sustenn 100 mg, e justamente com esse pensamento de tirar a medicação oral e a melhora do quadro quadro dele que foi administrada essa medicação, a minha pergunta esta certo essa demora de retirar a medicação oral.

Elisangela - 22 de janeiro de 2015

Bom dia.
Tenho um filho de 17 anos, desde os 14 anos foi diagnosticado com tab, ele fez uso do aldol decanoato injetavel, mas nao obtivemos resultado positivo, pois teve distonia ao medicamento, foi dificil para ele e para nos aguardamos o periodo acabar sem saber quando teria nova reacao.
Agora a Dra. sugeriu o invega injetavel, gostaria de saber se tem risco de nova reacao com o medicamento.
Por favor aguardo orientacao.

Elisangela - 22 de janeiro de 2015

Bom dia.
Tenho um filho de 17 anos, desde os 14 anos foi diagnosticado com tab, ele fez uso do aldol decanoato injetavel, mas nao obtivemos resultado positivo, pois teve distonia ao medicamento, foi dificil para ele e para nos aguardamos o periodo acabar sem saber quando teria nova reacao.
Agora a Dra. sugeriu o invega injetavel, gostaria de saber se tem risco de nova reacao com o medicamento.
Qual a consequencia do invega com a mistura de bebida alcoolica e drogas, pois quando esta frustado o emocional abalado a fuga dele infelismente e recorrer a estas drogas.
Por favor aguardo orientacao.

DEMERVAL F DA ROCHA - 1 de março de 2015

Gostaria de saber se INVEGA comprimido pode ser tomado de noite, pois a bula recomenda apenas de manhã.
Grato.

Cristina - 25 de março de 2015

Boa tarde,
Tenho um familiar que tem esquizofrenia leve e toma risperidona 3 vezes por dia, tem uma vida, estuda,trabalha.
Ele pode tomar este remédio injetável Invega ? Ou ele só é dado quando o paciente está num caso mais grave ou internado.?
Obrigada
Aguarda retorno,

Amadeu Epifânio - 17 de maio de 2015

Tomar essa nova droga injetável de depósito, por ser de duração mais prolongada, seja de 15 ou 30 dias, já podemos supor que por si só, seja mais forte do que tomá-lo diariamente, o que por isso, já deve incidir em efeitos colaterais. Digo isso pra que possamos discernir se tis efeitos colaterais, se dêem por causa de ineficiência de medicação ou por que está se tomando uma dose mais excessiva que a diária. Meu raciocínio está correto ?

wagner - 17 de maio de 2015

Tenho esquizofrenia e faço tratamento a base de respiridona, minha dúvida é todos concordam que a respiridona trazer efeitos colaterais terriveis, gostaria de saber se essa nova medicação que está entrando no mercado tráz algum efeito colateral.

Editor do Portal - 28 de maio de 2015

No caso deste medicamento, embora a dose injetada seja maior do que a dose oral, a liberação no músculo se dá aos poucos, através de uma tecnologia chamada de nanocristais, que permite a liberação uniforme do princípio ativo na corrente sanguínea ao longo do mês. Portanto, a liberação é mais uniforme do que a medicação oral e os efeitos colaterais, senão os mesmos, podem ser até menores. Um abraço!

noal - 9 de junho de 2015

tomei o invega sustenta injetavel, e me deu um sono , e uma fome descomunal , mas uma fome que nunca na minha vida tinha visto coisa igual

noely zuleica oliveira raphanelli - 23 de junho de 2015

gostaria de saber quais são os reais efeitos o Invega e se engorda como os demais antipsicóticos.

noely zuleica oliveira raphanelli - 2 de julho de 2015

gostaria de saber se Ivvega engorda e quais outros efeitos colaterais.

Editor do Portal - 7 de julho de 2015

Os estudos clínicos com pacientes mostraram ganho de 1 a 3kg de peso com o medicamento, o que não é muito se considerarmos outras alternativas. Nos casos que ganham mais peso, é recomendável pesquisar melhor a razão para o ganho de peso.

Emilia Nacif Xavier - 17 de agosto de 2015

gostaria de saber mais sobre este medicamento Invega.

Dana - 18 de agosto de 2015

Boa noite, Dr! O senhor sabe me informar sobre o uso do Invega para dependentes químicos que tem dificuldade de aceitar a dependência e logo, o tratamento oral? Dependência de maconha (exageradamente) e álcool.Aguardo retorno! Muito obrigada!

Editor do Portal - 24 de agosto de 2015

Dana, sim, existem alguns relatos de bons resultados, mas é importante frisar que a medicação não foi estudada e nem é indicada para esta finalidade.

Thiago - 17 de setembro de 2015

Boa tarde,

Minha mãe vem realizando tratamento com invega já faz 1 ano, porem neste período ela vem sofrendo muito com a perda de força no corpo. Existe algum relato sobre isso?

Editor do Portal - 21 de setembro de 2015

Thiago, os antipsicóticos podem provocar lentidão, hipertonia ou rigidez muscular, neste sentido alguns pacientes podem relatar cansaço, desânimo. Os antipsicóticos de segunda geração causam menos do que os de primeira, porém esta sensibilidade é individual para cada paciente, por isso a necessidade do médico individualizar as dosagens, o que pode requerer um tempo maior de acompanhamento. Existem medicamentos que podem ser prescritos em associação ao antipsicóticos e que podem combater esses efeitos. Sugiro conversar com o médico dela sobre isso.

Paula - 30 de setembro de 2015

Tenho problemas com alucinacoes e delirios a 6 anos e me trato com haldol. Conheci o invega e ouvi relatos de uma melhor qualidade de vida quanto aos efeitos colaterais mas os psiquiatras do convenio nao querem me receitar pois dizem que é caro mas quem vai pagar é o convenio….ja viu algo parecido? Como proceder?

Editor do Portal - 6 de outubro de 2015

Paula, não vi nada parecido, realmente os convênios fornecem o medicamento injetável conforme a determinação da ANS (veja no site em “planos de saúde”), porém somente o médico pode prescrever, pois é ele quem avalia os benefícios e a indicação da medicação em cada caso.

MAGNÓLIA F ANDRADE - 31 de outubro de 2015

Olá preciso urgente saber mais a respeito dessa injeção invega minha irmão sofre de transtorno bipolar severo além dela tenho mais três irmãs com problemas psiquiátricos a família não aguenta mais sofrer e ver elas sofrendo por favor eu suplico ajuda aguardo resposta obrigada

Editor do Portal - 3 de novembro de 2015

Magnólia, você encontra mais informações no site http://www.invegasustenna.com e no documento disponível em http://www.anvisa.gov.br/datavisa/fila_bula/frmVisualizarBula.asp?pNuTransacao=2270102015&pIdAnexo=2514588

emerson - 5 de novembro de 2015

Qual custo do invega vc sabe me dizer obrigado

Paula - 6 de novembro de 2015

Esse invega parece ter efeitos colaterais mínimos e uma eficácia muito boa, garantindo uma qualidade de vida melhor ao paciente. Mas estou com dificuldade de conseguir receita, todos os psiquiatras alegam que é caro….conheço pessoas que tomam com e não tiveram esse problema. Mas no Brasil poucas tomam. No facebook tem um grupo sobre invega com depoimentos de pacientes que tomam, a maioria estrangeiros. Mas tem brasileiros lá também. Meu caso é transtorno delirante persistente cid f22. O que eu mais queria era uma medicação com efeitos colaterais mínimos para eu viver bem…tomo haldol.

Paula - 6 de novembro de 2015

O laboratório que agora não me lembro o nome também disponibiliza estudos feitos com essa medicação. Boa sorte.

Paula - 6 de novembro de 2015

E segundo um representante do laboratório, os custos devem ser pagos pelo convenio, mas eu acho que sem usar justiça vai ser um pouco complicado.

Editor do Portal - 25 de novembro de 2015

Paula, a indicação de um medicamento não deve se pautar exclusivamente sobre seu custo. Fosse assim nenhum oncologista prescreveria quimioterápicos para câncer que custam 20, 30, 50 mil reais por dose!! Existem critérios para se passar medicamentos de alto custo e a família pode recorrer aos planos de saúde ou ao Estado para assegurar seu direito de acesso ao medicamento. O Invega Sustenna, p.ex., pode ser recebido através dos planos de saúde.

paula - 28 de novembro de 2015

Pois é….sei disso. Mas acho que ha algo entre psiquiatra e convenio pois varios do meu convenio deixaram de me receitar para experimentar alegando alto custo….no caso nao sao os psiquiatras q vao pagar entao nao entra na minha cabeça….continuo com haldol e biperideno pra ficar menos pior….

FELIPE - 30 de novembro de 2015

boa tarde amigo ,tomo a anos o paroxitina e risperonda, esse invega sustenna pode ser substituito

Anisia Mendes - 6 de março de 2016

Gostaria de acompanhar as publicações sobre transtornos mentais.

fran - 4 de abril de 2016

Oi, eu tomo risperidona 1 mg e sertralina 25 mg a noite antes de dormir, mas se eu ficar dois dias sem tomar já aparece os primeiros sintomas da doença, mas eu tomo toda noite o remédio porem as vezes bebo cerveja e vinho ai fico sem tomar o remedio, mas quero saber se eu tomar essa injeção se vou poder beber cerveja de vez em quando como uma pessoa normal quando tiver churrasco, e quando fico um dia sem tomar fico com depressão é muito ruim, eu fico bem negativa mesmo!
gostaria que você me respondesse, obrigada!

Editor do Portal - 26 de abril de 2016

Fran, isso você precisa perguntar ao seu médico. Acho preocupante parar a medicação para beber, pois você interrompe o tratamento e corre maior risco de recaídas. Converse com ele a respeito.

Jaime Macedo - 27 de abril de 2016

Como posso adquirir tratamento para minha tia pelo INSS para aplicação de injeção para tratamento da esquizofrenia?
Agradeço desde já.

Editor do Portal - 6 de maio de 2016

Jaime, através dos CAPS e ambulatórios de psiquiatria. Alguns poucos municípios já padronizaram o Palmitato de Paliperidona, mas na maioria ele não está disponível nem no programa de medicamentos especiais. Porém existem outras alternativas de antipsicóticos injetável. Sugiro que se informe com o médico que trata dela ou num CAPS próximo à sua residência.

Luciana - 21 de maio de 2016

Boa noite.
Meu filho tem 17 anos e fez o uso do invega 150mg. Desde já percebi que ele ficou muito alterado, agitado e fora de controle.
O que não acontecia com a resperidona.
Pode me explicar o que ocorre?
Ele tomou faz 3 dias e não voltou ainda ao normal.

Ellen - 27 de maio de 2016

Realmente percebo uma resistência médica para se receitar esse medicamento. Ao perguntar por ele com uma doutora, ela rapidamente desconversou… conveniência médica… vá entender.!

Daiana - 30 de maio de 2016

Boa noite, meu irmão tem esquizofrênia, ha uns 10 anos ou mais, os surtos são geralmente uma vez ao ano, ele já tomou dogmatil no começo do tratamento passando por respiridona, ziprexa, hpje tomando aristab e um chamado zap, com toda essa medicação há alguma chance de ser.substituido com sucesso pelo invega?Obrigado.

Editor do Portal - 2 de junho de 2016

Daiana, somente o médico dele poderá responder à sua pergunta, pois a indicação do uso de Invega Sustenna não depende dos medicamentos já utilizados, mas do quadro clínico do paciente.

Editor do Portal - 2 de junho de 2016

Luciana, a paliperidona é metabólito ativo da risperidona, portanto, se ele teve boa tolerabilidade à risperidona, deveria ter melhor ainda à paliperidona. Talvez seja ainda uma fase de adaptação. Sugiro que converse com o médico dele.

Luís - 16 de junho de 2016

Boa noite, tomo Rispiridona 2mg oral, apresento-me sempre cansado e ar sonolento. Será que que o Invega evita os mesmos sintomas?.. Se o fizesse seria um enorme progresso

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