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Internação involuntária no Brasil – Proibida quando necessária?

Editor do Portal 25 de agosto de 2009 Artigos, Blog 258 comments
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Neste último mês assistimos a notícias e debates na mídia sobre a internação involuntária de pacientes psiquiátricos. O caso mais recente, do rapaz viciado em crack que estrangulou a namorada, ficou nacionalmente conhecido depois que o pai do garoto afirmou em entrevistas que tentou diversas vezes interná-lo, mas que as clínicas alegavam impedimento, porque a internação involuntária seria proibida por lei (Assista à entrevista do pai).

A internação involuntária, contra a vontade do paciente, é comum na psiquiatria quando o paciente não possui consciência de sua doença ou do estado de gravidade, mas precisa ser hospitalizado para sua proteção e tratamento. Esta realidade atinge não só dependentes químicos, como também portadores de doenças psiquiátricas, como a esquizofrenia e o transtorno bipolar.

As famílias procuram emergências psiquiátricas ou hospitais gerais sem saber como lidar com o problema e não raro encontram barreiras para uma internação quando o paciente se recusa a ficar. O que muitos desconhecem é que a lei nº 10.216, de 06 de abril de 2001 (Leia a íntegra da lei), prevê três tipos de internação, dentre elas a involuntária:


Internação Voluntária – quando o paciente concorda em ficar internado, devendo assinar um termo de consentimento no ato da admissão.

Internação Involuntária – quando uma terceira pessoa solicita a internação à revelia do paciente, devendo o Ministério Público ser comunicadopelo hospitalno prazo de 72 horas.

Internação Compulsória – contra a vontade do paciente e por determinação da Justiça.

A internação psiquiátrica voluntária ou involuntária só pode ser determinada pelo médico devidamente habilitado e registrado no CRM. O médico avaliará, dentre outras coisas, se o estado mental do paciente oferece risco a si próprio ou a terceiros, a principal prerrogativa para uma internação involuntária. Um dos problemas é que a avaliação do risco é subjetiva e depende do julgamento do profissional, que muitas vezes colide com a opinião da família. Podemos especificar três tipos de risco:
Risco iminente à vida – casos em que o paciente é violento contra si próprio (auto-agressão, suicídio, overdose de drogas) ou contra terceiros, quando não aceita se alimentar ou ingerir líquidos ou quando ameaça o lar (atear fogo na casa, destruir móveis, p.ex.).

Risco social – quando o paciente se expõe a situações que levam a riscos potenciais à vida ou à integridade por falta de autocrítica ou de controle do comportamento, como fugas repetidas de casa, frequentar locais violentos, envolver-se com marginais ou traficantes, promiscuidade, brigas ou discussões na rua, etc.

Risco à saúde – quando protelar o tratamento traz consequências negativas para a saúde mental e física do paciente. Todos os pacientes em crise se enquadram neste tipo de risco, pois o prolongamento de sintomas agudos de qualquer doença mental pode prejudicar a recuperação posterior do paciente, trazer complicações médicas e interferir com o funcionamento social e familiar.

O que vemos acontecer na prática é que o SUS não tem condições de absorver a demanda de internações nos três níveis de risco e acaba atendendo somente os casos mais graves, ainda assim com falhas. Muitas famílias precisam recorrer à Justiça para terem assegurado o direito à internação de seu familiar, tornando-a compulsória.

Por outro lado, os dispositivos criados pelo poder público para serem alternativos aos hospitais psiquiátricos, como os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial), não oferecem estrutura para lidar com toda a complexidade da crise. Como são serviços abertos e facultativos, dependem da aceitação do paciente. Como fazer com que um paciente, que recusa terminantemente o tratamento, frequente o CAPS?

As famílias sentem-se abandonadas nesses momentos, pois não têm o preparo adequado para lidar com o paciente em crise e não encontram orientação, apoio e tratamento nos serviços especializados. A reforma psiquiátrica trouxe avanços, porém o fechamento de leitos em asilos e manicômios sem a criação de novos leitos em hospitais gerais e psiquiátricos habilitados expõe a vida de pacientes em crise e de sua família e reverbera em falsos mitos como este: de que não é permitido internar alguém contra vontade.

E você, o que pensa sobre isso? Deixe sua opinião em nosso Fórum. Participe! CLIQUE AQUI

Programa Entre Aspas da Globonews discute a internação involuntária no Brasil. Assista!

258 comments

gabriela costa - 25 de setembro de 2016

Ola. Alguem poxe me responde uma pergunta. Tenho 18 anos a .enos de um ano estava em tratamento contra a depresao e o transtorno de ansiedade. Mais languei e nao voltei mais nem pra da baixa do meu protuario agora meses depois a cletaria da saude ligaram me procurando.oque eles querem eles podem me obrigar a voltar a me tratar ou tentar me enternar ou ate ameasar tirar meu filho de mim ele so tem um ano e 5meses.me anudem por favor. Pois agora estou muito melho do que quando me tratava

Fabiana - 28 de setembro de 2016

Oi boa tarde , a mãe do meu esposo tem esquizofrenia , atualmente se trata no caps , ela tem quatro filhos que são maiores de idade casados, ela dorme na minha casa e passa o dia com sua sogra que cuida de sua alimentação e higiene . Porém sua sogra já é idosa não está mais em condições de cuidar de uma pessoa que é diariamente agressiva e incontrolável . Eu e meu esposo temos filhos e somos assalariados , moramos em um AP do cdhu que não nos pertence , então não temos condições financeiras e nem estrutura para cuidar dela , ela passa o dia na rua por que não temos controle sobre ela , ela já tentou me agredir passou noites fora e um vizinho a viu a noite na rua sendo estuprada . Queria saber se é possível conseguir um lugar para ela ficar onde ela possa ser cuidada gratuitamente .

Lenita - 29 de setembro de 2016

Olá!
Vivo isso no meu dia a dia!
Trabalho em uma casa de apoio a psicóticos, que faz o possível para reabilitar o familiar!
Temos diversos pacientes encaminhados pelo CAPS e vemos como a falta de informação deixam os familiares ¨perdidos¨
Caso possamos ajudar com internamento ou dicas de procedimentos! fica aqui meu email legortec@gmail.com

Lucas - 4 de outubro de 2016

Caros, minha vizinha possui um filho que possui esquizofrenia, porem no ultimo ano o mesmo se tornou agressivo, ja teve surtos psicoticos a ponto de agredir a mae. O psiquiatra ja indicou que o melhor caminho seria a internação, porem por onde começo a ver essa parte pois estou ajudando ela com isso.

Editor do Portal - 14 de outubro de 2016

Lucas, vocês precisam procurar um hospital da região que possua emergência psiquiátrica.

Editor do Portal - 14 de outubro de 2016

Fabiana, o governo possui um programa que se chama Residência Terapêutica, para pacientes que não tenham moradia. Sugiro que procure saber se existe alguma em sua região. Existe um programa de consultório de rua em cidades maiores, para atendimento da população de rua, não sei se seria o caso.

Editor do Portal - 14 de outubro de 2016

Gabriela, a secretaria de saúde não obriga ninguém a fazer um tratamento, isso deve partir da pessoa ou de sua família.

Editor do Portal - 14 de outubro de 2016

Valdecir, internação ocorre somente quando existe um risco de vida e quando se esgotam as possibilidades de tratamento ambulatorial.

Luiz Gustavo - 16 de outubro de 2016

Tenho um caso que está ocorrendo com meu irmão!
Há aproximadamente 1ano se separou em definitivo na esposa e por pelo menos 2 vezes tentou suicidio, no meio de 2015, e agora desde agosto de 2016 rompeu com a família… quando da tentativa de suicidio, fez uma consulta com o psiquiatra e acompanhamento com uma terapeuta, mas abriu mão tanto do tratamento quanto do acompanhamento… em conversa comigo, ele relatou alguns traumas que tem, e que não quer “nunca mais” voltar à casa dos nossos pais… (traumas sem grande relevância legal)… não estou conseguindo ajudar a minha família, visto que meus pais estão sofrendo demais e ainda temos um risco de ele tentar suicidio novamente…
Como posso e deve proceder?

Editor do Portal - 31 de outubro de 2016

Luiz Gustavo, pelo seu relato ele não pode ficar sem tratamento. Tente conversar com ele para aceitar retornar ao médico e a fazer uma psicoterapia para tratar dos traumas e da separação. Redobre a vigilância e numa situação de emergência procure agir prontamente para protegê-lo. Leia mais em: http://entendendoaesquizofrenia.com.br/website/?page_id=6516

Sheila - 10 de novembro de 2016

O meu dos meus filhos é usuário de cocaína há muito tempo e desconfio pelo comportamento dele nos últimos tempos que ele está desenvolvendo algo parecido com esquizofrenia ou a própria. Porém ele não aceita passar por diagnóstico e tratamento. O que posso fazer para resolver essa questão já que não tenho como pagar uma clínica?

Luiz César Raymundo - 10 de novembro de 2016

Uma pessoa esquizofrênica pode morar sozinha, em que condições?

Patricia - 16 de novembro de 2016

ola, tenho um irmão de 13 anos esquizofrênico, ultimamente ele esta agressivo com minha vó, e nao quer tomar os remédios, a gente tenta mas n consegue. seria caso de internação?

Tatiane - 3 de janeiro de 2017

Tenho uma irmã com esquizofrenia ela tem 29 anos, ela está sem medicação há pelos menos 3 meses depois que arrumou um namorado sem caráter que incentivou ela a parar de usar a medicação ela está cada dia mais transtornada quase agredindo a família, mentindo, querendo sair de casa. Como podemos ajudar?

Bia - 4 de janeiro de 2017

Olá uma amiga minha tem sido constantemente coagida e ameaçada por um rapaz esquizofrênico e dependente químico que mora há alguns metros da casa dela. Ela está apavorada por que ele a segue e ninguém da família dele faz nada. Como ela pode proceder sem ter que se mudar?

Marina - 11 de janeiro de 2017

Boa tarde!! Tenho um irmão que há 2 anos começou a ter alguns surtos, no começo ele aceitou ir ao psiquiatra e a fazer o tratamento, não se adaptou ao remédio e foi a outro psiquiatra, um dia ele resolveu que não precisava mais dos remédios e suspendeu! Desde então ele está irredutível que não vai mais a médico nenhum, está agressivo, trancado no quarto, falava que tinha gente perseguindo ele e quando insistimos para voltar ao médico ele parou de falar com todo mundo de casa, tem dias que não sai do quarto nem pra comer, passa o dia todo no escuro e o pior nenhum dos médicos que ele foi deram um diagnóstico.

Marina - 11 de janeiro de 2017

Quero saber o que fazer??

arsenio silva - 20 de janeiro de 2017

bom desde de pequeno eu sofro com meu unico irmao este disgrassado ou melhor demonio me persegue e me atormente implica me agride ja era p ter ido p o caixao mais meu amor por minha mae me impede de tomar atitude hoje estou com 50 anos e a persiguicao continua hoje alem de mim persegue e pertuba minha mae eu falo verdade p voce muito bom saber que posso por ele em um pinel e ele e aposentado pode pagar o pinel p ficar so nao fassso isto por minha mae recem curada de um cancer vai sofrer agora se ele por a mao em mim nunca mais ela vai ver ele vou mandar ele viajar p
inferno as vezes eu penso sera que ele e maluco mesmo ou e conviniente para ele infernisar bom tomara que ele tenha sorte de eu morrer antes da minha mae por que sinto muita pena dele so de pensar se eu perder minha mae

Wellington Alves - 20 de janeiro de 2017

Boa tarde Tenho uma avó que tem 87 anos e está nos deixando em difícil sitaucao . Minha mãe que tem 67 anos cuida dela porém ela está em um estado em que todos nós eu meu irmão e minha mãe estamos no limite para cuidar dela. Ela é agressiva com minha mãe não tenta mais se propriamente se ajudar apesar de boa 3 tentarmos fazer de tudo para ela. Minha pergunta é se nesse estado que mesmo ela estando lúcida em algumas vezes e outras totalmente descontrolada nós poderíamos interditar em algum asilo para os cuidados que ela posso receber adequadamente . Poderia minha mãe que é filha dela fazer esse procedimento de interdicao ? Como seria este procedimento ? Aonde poderia ir para tomar as medidas legais??

Jonas - 29 de janeiro de 2017

Olá minha mãe possui esquizofrenia ,nunca aceitou passar por tratamento psicológico e está com sérios problemas sociais como devo proceder para internação involuntária dela?

Editor do Portal - 6 de fevereiro de 2017

Jonas, isso precisa ser orientado por um médico. Você pode procurar um CAPS ou hospital especializado para relatar sua situação.

Franciéli Martins - 7 de fevereiro de 2017

OLÁ, BOM DIA!

MINHA DÚVIDA É SIMPLES. NO MOMENTO DA INTERNAÇÃO DO PACIENTE, QUE FOR CONDUZIDO INVOLUNTARIAMENTE, OU SEJA, COERCITIVAMENTE. O MÉDICO DEVE ACOMPANHAR ESSE PACIENTE ATÉ A CLINICA HABILITADA PARA O TRATAMENTO?

Editor do Portal - 14 de fevereiro de 2017

Francieli, um médico precisa estar presente no ato da internação na clínica, pode ser um plantonista da clínica ou o médico-assistente. Caso o paciente seja removido de seu domicílio por ambulância e isso ocorra contra a sua vontade, um médico também deve estar presente no local para tomar a decisão da remoção involuntária até um hospital.

Editor do Portal - 14 de fevereiro de 2017

Wellington, essa avaliação depende do parecer de um médico perito e do juiz. Você pode dar entrada pela defensoria pública ou através de um advogado.

Editor do Portal - 14 de fevereiro de 2017

Marina, seria bom que a família buscasse um médico para se orientar melhor, ainda que o paciente se recuse inicialmente a ir. Leia mais em http://entendendoaesquizofrenia.com.br/website/?page_id=6516

Editor do Portal - 21 de fevereiro de 2017

Bia, se ela sofre ameaças, ela pode recorrer à delegacia de polícia, mas o ideal é procurar antes a família ou o Conselho Tutelar, que também é responsável por pessoas incapazes.

Editor do Portal - 21 de fevereiro de 2017

Tatiane, sugiro ler nosso artigo http://entendendoaesquizofrenia.com.br/website/?page_id=6516

Editor do Portal - 21 de fevereiro de 2017

Patricia, sugerimos a leitura do seguinte artigo: http://entendendoaesquizofrenia.com.br/website/?page_id=6516

Editor do Portal - 21 de fevereiro de 2017

Luiz, sim, se ela estiver em recuperação, consciente de sua doença e responsável por seu tratamento, existe essa possibilidade. Muitos pacientes vivem também sozinhos com um apoio de um cuidador para as tarefas que eles não se sentem capazes de realizar.

Editor do Portal - 21 de fevereiro de 2017

Sheila, sugerimos que você possa procurar um psiquiatra em um CAPS para ter orientações mais personalizadas, mas recomendamos que leia esse artigo: http://entendendoaesquizofrenia.com.br/website/?page_id=6516

Juliane Silva - 22 de fevereiro de 2017

Boa tarde, Tenho um irmao esquizofrenico que precisa ser internado com urgencia pois minha mae e irma estao correndo risco de vida. Ele é agressivo, violento, não respeita ninguem, usa droga, bebe todos os dias. Alguem pode me ajudar?

Rose MARIE - 1 de março de 2017

Prezado, bom dia/boa tarde!
Eu e meu noivo nos deparamos com a tia dele em estado deplorável. Ela diz que escuta vozes, que não é filha de seus pais, não toma banho, se agride no rosto, está alcoolizada, vive em uma casa (dela mesma) em condições de higiene insuportável. Os vizinhos nos alertaram que ela vive aos gritos. Não aceita tratamento e não sabemos como ajudá-la, ou como começar a ajudar. Ela tem sua pensão, mas suspeitamos que esse dinheiro está sendo furtado. O problema é que já cuidamos da mãe do meu noivo que possui esquizofrenia e faz tratamento, nos demanda cuidados, dinheiro e tempo e por ser idosa, já usa fraldas. Não temos como cuidar de outra pessoa na mesma situação, mas também não podemos deixar um ser humano, ainda mais da família, em situação tão degradante. Por favor, nos ajude, nos oriente.

Otavia - 31 de março de 2017

Tenho uma filha que recuza a se faze testament nao sei o que faze ela tenho um filho o comselho nao fais nada ja tentei de tudo nao comsequi que ela se trata que emterna mais nao comsigo ela ja destruiu a casa todo pega a compra para comer da tudo na dua para os outros e muito problema preciso de ajuda para resolve

Editor do Portal - 10 de abril de 2017

Otavia, você precisa procurar ajuda de um especialista, sugiro que vá ao CAPS ou a um ambulatório de referência na sua região e converse com os profissionais, eles são os indicados para auxilia-la a como lidar com esta situação de sua filha.

Editor do Portal - 26 de abril de 2017

Rose, procure um psiquiatra ou serviço de atendimento em saúde mental, eles poderão orienta-la melhor. Sugerimos ler também: http://entendendoaesquizofrenia.com.br/website/?page_id=6516

luciane - 27 de abril de 2017

Boa tarde! Tenho um tio com problemas mentais. Ele tem dificuldade pra andar mas se locomove para onde quer. Ele não é agressivo, não bebe, não incomoda. Praticamente só fala se falarem com ele. O problema é que não gosta de tomar banho e usar roupas de inverno. Usa somente calça e camisa de manga comprida. Gosta de sair de casa todos os dias. Inclusive passa algumas noites sentado na rodoviária da cidade. As pessoas se incomodam e têm pena, acham que ele não tem família. Ele recebe o próprio pagamento, é aposentado, deixamos ele livre pois é assim que ele gosta e na verdade a única coisa que deixa ele violento é obriga-lo a alguma coisa. Então, como não faz mal a ninguém, não vejo motivos pra interná-lo. Porém as pessoas falam que temos que fazer isso. Quero saber se sou obrigada a tomar uma atitude, perante a lei. Se ele ficar doente devido ao frio que é muito forte aqui no sul, podemos ser acusadas de alguma coisa? Se puder responder por e mail, fico muito grata.

WAGNER - 13 de maio de 2017

Gostei muito do artigo! As vezes pra salvar uma vida se faz necessária a internação involuntária, mas deve-se saber o momento certo de se fazê-la: http://blog.viversemdroga.com.br/internacao-involuntaria/

pedro - 13 de maio de 2017

A quase um ano, uma senhora amiga de onde moro pediu ajuda, pois era esta sendo dopada pela familia ( entre haspa) pois os sobrinhos nunca vieram ve-la, pois bem ela bateu na minha porta e pode do meu visinho pendindo ajuda que os sebrinho estavam a dopando para dizer que ela era louca e interna-la e ficar com os bens dela, ate conseguira interna-la em uma clica japonesa ja que ele e japoneza, aia fizeram ei a colocaram como louca e invadiram o apartamento dela e a sindica do me predio e cumplice e venderam tudo desta senhora, eu tenha 100% de certeza que ela noa e louca era uma medica concentuada tinha consutorio no zona leste, os sobrinhos a roubaram e agora noa se sabe onde ela esta. como encontrar ela ja que os sobrinhos venderam tudo que e dela e acolocaram nesta clinica de loucos ela pedia pelo amot de deus eles vao me matar meu sobrinho quer meu apartamento e disse isso varias vezes

Marizy - 13 de junho de 2017

Olá, minha mãe tem esquizofrenia ela já foi internada uma vez e se “recuperou” nem remédio ela precisava tomar mais estava trabalhando tinha voltado a “uma vida normal” recentemente ela arrumou um namorado que a maltrava e agride ela com ajuda da família fizemos ela largar ele só que agora ela ta tendo crizes está agressiva diariamente ela nos ataca e se recusa a voltar a tomar os remédios e a internação gostaria de uma informação de como devo agir oque devo fazer pois da outra vez que ela foi internada eu era menor de idade então agora não sei oque Fazer

Editor do Portal - 3 de julho de 2017

Marizy, primeiramente procure um psiquiatra, mesmo que ela não aceite ir. Ele poderá lhe orientar em como agir no seu caso em particular. Sugiro que leia o artigo http://entendendoaesquizofrenia.com.br/website/?page_id=6516

Editor do Portal - 3 de julho de 2017

Luciane, se ele for incapaz, havendo uma denúncia, os responsáveis poderão responder por abandono de incapaz.

Anderson Rodrigues - 14 de agosto de 2017

Olá, eu tenho uma vizinha que provavelmente tenha algum problema psiquiátrico, ela tem uns 40 anos e mora sozinha, pois até a família decidiu se afastar devido aos seus surtos momentâneos. Tem horas que ela está bem e inclusive consegue trabalhar como costureira, mas tem dias que ela surta dentro de casa e começa a gritar, xingar e quebrar tudo, inclusive ameaça a minha família, diz que vai agredir a minha esposa e meus filhos, ultimamente tem quebrado também as telhas da garagem onde coloco meu carro, normalmente quando saímos de casa, porém hoje acordei com ela quebrando a telha toda com uma enxada, com meu carro estando embaixo, mas a parte pior é que quando os meus filhos, ou minha esposa sem no portão, ela sai também com um martelo na mão e fica os ameaçando, não sei até onde ela seria capaz de chegar, mas tenho medo que cometa algo contra a minha família, tenho vários vídeos e fotos dela fazendo tudo isso que comentei acima. Eu até conheço os seus familiares e já os comuniquei sobre os ocorridos, mas dizem que não podem fazer nada. Como devo proceder neste caso?

Eni Duarte - 17 de agosto de 2017

Tenho uma irmã,que hj está com 45 anos. Ela era uma pessoa ativa e por volta de uns 20 anos não vai ao médico e se encontra em um estado que é lastimável. Uma pessoa que hj já não anda direito pois as pernas mal responde, não sabemos o que tem pois não aceita ir ao médico, está muito magra e para a família ela está morrendo lentamente. Não sabemos o que fazer pois pelo que informamos ela não pode ser internada sem a permissão dela. Precisa ir ao médico mas ela não aceita, é uma pessoa que pensa e que faz trabalhos pra sobreviver, o único problema é que esta debilitada. Como fazer num caso desse. Como ter uma avaliação de um médico se não conseguimos leva-la a um médico.Precisamos de ajuda para ajuda-la. Ela tem marido e filha que estão sem saber o que fazer.

Laura - 27 de agosto de 2017

Realmente não sei se alguém vai responder, porque me parece que a publicação é antiga, porém eu tenho uma irmã que ela quando bebe fica muito agressiva, agride verbalmente e fisicamente eu e minha mãe. Não estou mais aguentando, eu ainda sou menor de idade, ela já é de maior, ela manipula nossa mãe. Não é um caso de esquizofrenia, mas precisava de uma orientação, não acho sites pra me informar sobre isso. Meu pai também é irresponsável, não cuida dela, coloca a culpa culpa em minha mãe. Eu gostaria de pedir uma ordem de restrição contra ela, porém ela não pode ficar na rua, ela não trabalha, não estuda, não tem dinheiro. Queriamos internar ela, pois ela tem depressão e desconta isso em mim. Não temos como ajudar, minha mãe não suport mais isso, já é de idade e eu tenho 14. Como eu devo prosseguir em casos como esse?

Lima - 30 de agosto de 2017

Bom Dia

Eu tenho um cunhado e uma cunhada que são esquizofrênicos,eles se tratam no CAPS,porém,a situação se agrava mais a cada dia.

Atualmente,minha cunhada chegou a agredir crianças e idosos pelas ruas de forma aleatória. E infelizmente,agride minha sogra diariamente.Ela rouba os pertences dentro de casa,joga comida e fezes pela casa inteira.

Minha sogra adquiriu depressão por viver nessa situação degradante. Ela praticamente vive na igreja,usando esta como subterfúgio.

Meu cunhado já agrediu fisicamente o sobrinho de 10 anos, esconde facas,ameaça a família inteira de morte,chama a policia e difama a família inteira dele,rouba dinheiro e pertences dentro de casa,ameaça a minha sogra(e qualquer outro familiar) se não der dinheiro a ele.

O mais estranho é que na presença de conhecidos,eles agem naturalmente,falam como se fossem duques(a) da realeza britânica.

Nos últimos meses,o médico responsável pelo tratamento no CAPS,reduziu a dose das medicações,pelo menos,2 vezes, e a cada dose reduzida,aumenta o terror e pânico na casa da minha sogra.

o meu cunhado e minha cunhada já foram internados,porem,mesmo sem estarem “reabilitados”,em poucos meses retornam a casa da minha sogra.

Eu estou desesperado para ajudar ela,e gostaria de pedir ajuda a quem puder me informar como proceder diante desta situação,ficarei enormemente agradecido.

Grande abraço a todos,que fiquem todos com a presença do Criador.

Felipe - 1 de setembro de 2017

Olá
O filho da minha vizinha sofre de esquizofrenia , o problema é que dividimos o mesmo terreno, e o mesmo se mostra descontrolado, a mãe dele não busca tratamento , ele vive sem remedios e sem ajuda psiquiatrica e vem demonstrado estar cada vez pior, já perdi as contas de quantas vezes acordei no meio da noite pois o mesmo estava gritando e falando com o nada durante os surtos.
Gostaria dr saber oq eu posso fazer em relação a isso.
Desde já aviso que conversar com a mãe dele esta fora de questão ela simplesmente recusa a tratar do problema dele.

Lopes - 18 de setembro de 2017

Olá, tenho uma irmã com sérios problemas psiquiátricos, que dá trabalho pra minha família a quase 20 anos, ela é manipuladora e quando as coiss não dão certo como ela queria ela fica agressiva, vindo pra cima da gnt e quebrando coisas, fica assim por dias até acalmar, ela ja passou por vários tratamentos mas não levou nenhum a sério, a vida dela agora é tentar destruir a minha, e o problema é que meu pai cede pra todas as vontades dela, ela já esta com 37 anos nunca nem chegou a trabalhar, sempre dando muito trabalho, além dos problemas psiquiátricos ela tambem é dependente química, já foi internada em uma clínica pra dependentes químicos uma vez mas conseguiu dar o nó nas pessoas e sair de la, eu falo pros meus pais que a gnt não pode conviver com isso e que ela precisava ser internada a força, mas eles não tem coragem de fazer isso, enquanto ela destroi a vida dela e tambem a nossa.
Eu não sei como lidar com a situação, não tenho como sair de casa no momento e não vou ter nunca já que ela faz de tudo pra minha vida não dar certo, se não consegue na manipulação ai ela parte pra agressividade, e muita agressividade.

WAGNER PESSOA LIMA - 26 de setembro de 2017

Internação Involuntária – Descubra quando é o momento Certo!
http://blog.viversemdroga.com.br/internacao-involuntaria/

WAGNER PESSOA LIMA - 26 de setembro de 2017

Internação Involuntária ou Voluntária: Entenda o dilema no Tratamento.
http://blog.viversemdroga.com.br/internacao-involuntaria-ou-voluntaria-entenda-o-dilema-no-tratamento/

Viviane - 29 de setembro de 2017

Minha irmã tem esquizofrenia e transtorno bipolar. Ela não toma os remédios e eu e minha mãe não conseguimos ajudá – la, pois ela não deixa. Ela não aceita nada e nem adianta falar, pois ela não nos ouve e ainda fica alterada. Ela fala sozinha o dia inteiro e grita tbm principalmente de madrugada, não deixa ninguém dormir. Ela não fala coisa com coisa, xinga e ofende, mas nunca tentou nos agredir. Só nos perturba muito! Minha mãe tem 64 anos, é hipertensa e tem arritmia cardíaca, ela não pode se aborrecer, mas às vezes fica muito difícil aguentar a minha irmã. É complicado demais! Estamos perdidas, sem saber o que fazer, somos sozinhas, não temos a quem recorrer. Já pensamos em interná-la, pq só assim ela se tratará e tomará os remédios. Mas não sabemos nem por onde começar. Por favor, nos ajude!

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